quarta-feira, 29 de julho de 2015

A relevância das revistas

Penetração do meio é de 39% no Brasil, somando 67 milhões de leitores

por Claudia Penteado | Propmark


De todos os meios de comunicação que atravessam profundas transformações na chamada era digital, o meio revista talvez seja o que mais sofre perdas mundialmente, sempre aparecendo em queda nas estatísticas de investimento publicitário. No Brasil não é muito diferente, mas muitos equívocos e informações desencontradas muitas vezes traçam um cenário inconsistente. Por isso a Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas) distribuiu um factbook atualizado e compilado pelos institutos Ipsos e Ibope, com dados que mostram, por exemplo, que hoje há 4 mil títulos no país e 67 milhões de pessoas que leem revistas – sendo que 39,5 milhões são mulheres.

A principal vantagem do meio, segundo o factbook, é que seus leitores têm renda média 45% acima da população. Outro fato apresentado no estudo: a maioria dos leitores de revistas são os que decidem as compras e tendem a consumir acima da média da população em vários segmentos, como moda, beleza, automóveis, decoração, tecnologia.

Segundo o estudo, hoje a penetração do meio revista no Brasil é da ordem de 39% e maior nas classes A e B que os demais meios pagos. O estudo afirma que, na classe C, o meio revista supera a TV paga e tem a mesma penetração do meio jornal.

Segundo o levantamento, a leitura entre os jovens segue relevante. Revistas como Superinteressante, por exemplo, contabilizam mais de 600 mil leitores.

O factbook apontou que 82% dos leitores de revistas ainda as consomem em papel, 11% consomem offline e online e 7% leem revistas somente na plataforma digital. O Target Group Index apontou que 60% do consumo digital de revistas se dá via notebook/laptops e 20% via smartphones. Apenas 8% dos leitores usam tablets. O volume atual de assinaturas de revistas online é de 49%.

Um dos argumentos favoráveis ao meio sobre o perfil do leitor de revistas é, por exemplo, de que ele se programa para ler as publicações. Os leitores de revista pausam o que fazem e dão atenção exclusiva a esse momento. Revistas são encontros, não esbarrões. Hoje os setores com maior participação de investimento no meio revista são vestuário e têxtil (49,27%), produtos de uso pessoal (45,09%) e casa e decoração (22,80%). O Boticário, JBS, Natura e Mitsubishi são algumas das marcas que mais investiram no meio no ano passado e destinam bons nacos de sua verba para a mídia.

Opinião do mercado

Mundialmente, o meio impresso sofre com a perda de relevância, sobretudo os títulos semanais, que competem com o imediatismo das notícias na plataforma digital. Mas Paulo Sant’Anna, diretor-geral de mídia da DPZ&T, acredita que valorizar o conteúdo é o único caminho dos veículos impressos nesse momento, independente da plataforma. Ele faz coro com outros profissionais de mídia que diariamente se vêem às voltas com as muitas escolhas de mídia para seus clientes. Para os publicitários, o principal desafio do meio revista é levar para o digital a credibilidade e a relevância que construiu no papel.

“O meio revista é extremamente importante, possui credibilidade (excelência de jornalismo), atinge formadores de opinião, é um bastião da liberdade de imprensa trazendo à luz fatos e notícias de extrema importância para a sociedade, possibilita segmentação por temas, tem qualidade editorial e uma série de outras virtudes. O grande desafio é reverter a perda de consideração do meio impresso e transferir esse ativo para a plataforma digital, espelho dos mesmos títulos impressos, mantendo a relevância do passado recente, tanto para os leitores quanto para o mercado anunciante. Não é uma equação fácil, porque altera, além de tudo, a maneira tradicional de receita das editoras. É uma reengenharia profunda”, diz.

Miriam Shirley, vice-presidente de mídia da Publicis, diz que um dos maiores desafios do meio revista para garantir a sua viabilidade editorial, financeira e operacional é desenvolver estratégias de serviços e eventos que fortaleçam os vínculos de interatividades com seus leitores e estabeleçam com eles relações duradouras de confiabilidade, credibilidade e fidelidade. “A pertinência do meio revista vai aumentar na medida do crescimento do engajamento dos seus leitores na internet e redes sociais, que tornam o produto mais atrativo para o investimento publicitário, seja na plataforma digital e mesmo impressa, que embora esteja encolhendo, deverá seguir relevante.”

Segundo Shirley, o futuro do meio revista passa pela capacidade e habilidade de migrar para o meio digital sem perder credibilidade, pertinência e relevância dos leitores, e também pela atualização tecnológica para ofertar opções de veiculação alinhadas às atuais demandas do mercado.

Gerar conhecimento adicional ao que se encontra hoje na web é o caminho que deve ser perseguido pelo meio revista, na opinião de Flavio De Pauw, diretor de serviços a cliente da AlmapBBDO. “Vejo que os principais títulos têm força similar à de grandes marcas de consumo. Leitores assíduos se comportam como fãs e atuam como embaixadores de suas publicações preferidas, mas essa relação deve ser fortalecida constantemente, pois novas fontes de conhecimento estão surgindo todos os dias”, observa.

Camila Bertoli, diretora de mídia da J. Walter Thompson, concorda que, para o meio se manter relevante, é preciso reforçar a percepção de valor para seus leitores, uma vez que, na era digital, “conteúdo é conteúdo”, independente da plataforma. “O consumidor já não distingue mais onde deve buscar o conteúdo. Se falamos que o futuro será construído por meio de um diálogo cada vez maior com os consumidores, o meio também precisa repensar como promover essa troca e buscar maior capilaridade de pontos de contato. A adequação da linguagem e do conteúdo de acordo com a característica de consumo de cada device também será essencial”, diz a diretora.

Camila diz acreditar que o meio perdeu a relevância para o mercado anunciante porque não soube reagir na velocidade necessária. “Tecnologia muda processos. E muda, portanto, consumo de mídia também. As editoras devem focar naquilo que elas sabem produzir melhor, que é conteúdo de qualidade. E se elas sabem produzir conteúdo que interesse ao seu público leitor, também precisam buscar novos modelos de comercialização desse conteúdo junto ao mercado. Um bom exemplo disso é a prática recente da editora Globo na comercialização de projetos multiplataformas. Hoje você pode produzir um conteúdo com eles customizado para o seu cliente e amplificá-lo por meio do ambiente digital e também no cabo junto com os canais da Globosat, aumentando significativamente o potencial de cobertura e o engajamento com os consumidores”, destaca a diretora, que reconhece que, apesar das quedas significativas de investimento, o meio ainda tem números expressivos de leitores.

“A queda em circulação não se equipara à redução de investimentos. Mas é um momento de avaliação e de busca por novas fontes de negócios. É saber usar o conteúdo que eles produzem com tanta qualidade e monetizá-lo por meio de novas iniciativas. A Vogue fora do Brasil conseguiu pensar em novos modelos de consultoria e a criação da universidade Vogue – The Condé Nast College –, que fazem bastante sentido e trazem novas fontes de renda para o negócio. A Wired também seguiu esse caminho. É claro que ainda em pequena escala, mas já é um bom começo. Também acredito que teremos um grande número de publishers entregando seu conteúdo por meio de plataformas que eles não projetaram ou sequer controlam. Isso já acontece hoje e deverá ter uma escala gigantesca no futuro, falta buscar agora novos modelos de monetização do negócio.”, conclui.

Mapa das bibliotecas públicas do Brasil


O mapa é uma plataforma livre, gratuita e colaborativa de mapeamento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. É uma das peças do Cadastro Nacional de Bibliotecas e estará voltado para a difusão e promoção das bibliotecas brasileiras, a fim de reunir informações sobre as bibliotecas públicas e comunitárias.

Visite o mapa e navegue pelas 6021 Bibliotecas cadastradas (municipais e estaduais)Pelo mapa, é possível encontrar dados como endereço e acessibilidade das instituições. 




terça-feira, 28 de julho de 2015

O Globo completa 90 anos e mantém características

Jornal comemora aniversário nesta quarta-feira (29) e executivos afirmam que ele ainda mantém características de sua origem

por Claudia Penteado | Propmark

Foto: divulgação
Felipe Goron: “jornais são ‘fogo puro’ e não fumaça como muitas mídias”

Nesta quarta-feira (29) O Globo completa 90 anos – o jornal foi lançado em 1925 por Irineu Marinho em um prédio antigo do Largo da Carioca, espaço emprestado pelo Liceu de Artes e Ofícios. Irineu Marinho – que havia perdido pouco antes o controle do A Noite, fundado por ele em 1911, acabou falecendo menos de um mês depois, de infarto, e O Globo passou a ser administrado por Eurycles de Mattos. Seis anos depois, em 1931, aos 26 anos, Roberto Marinho assumiu o jornal e o transformou no mais importante jornal fluminense e um dos mais influentes do país.

O Globo deu origem ao maior grupo de comunicação da América Latina. Pedro Dória, editor-executivo do jornal (leia reportagem abaixo), diz que hoje O Globo é, na base, o mesmo jornal fundado por Irineu Marinho, mas muito diferente na forma. “O Globo tem algumas características que o marcam desde o nascimento e que permanecem. Uma delas é a busca pela tecnologia. Da retrogravura ao offset, à cor, ao digital, passando pelas inúmeras técnicas de recepção e impressão de fotografias, sempre foi um jornal pioneiro, preocupado em manter-se antenado com as mudanças”, diz.

A audiência digital começou a ser construída, ainda de forma embrionária, em 1996, com o lançamento do Globo Online. Dois anos depois, começava a montar sua própria equipe de jornalistas e, em 1999, com um plantão de notícias 24 horas, o site firmou-se como um dos principais noticiários eletrônicos do país, com média mensal de 20 milhões de visitantes únicos. Em 2007, foi lançado o Globo.mobi, seu primeiro site de notícias para celulares ligados à rede e, em setembro de 2008, se reposicionou, corajosamente, para “Muito além do papel de um jornal”. Em 2009, O Globo foi o primeiro jornal sul-americano a lançar sua versão para o Kindle e, no ano seguinte, entrou no iPad.

Desde 2013, ser assinante do Globo significa receber o jornal impresso, ter acesso ilimitado ao conteúdo do site, e poder ter acesso ao conteúdo no computador, tablet e celular, além de acessar o acervo de seus 90 anos de história retratada em todas as edições desde o lançamento. Ascânio Seleme, diretor de redação do jornal, diz, como Dória, que, embora seja um outro jornal, O Globo publicado hoje é exatamente igual ao seu primeiro exemplar quando se trata da linha editorial. “O jornal não mudou em nada seu compromisso com a informação correta, rigorosa e meticulosamente apurada e checada. Tampouco mudou seu respeito aos princípios éticos e à pluralidade de opinião. Também não perdeu sua densidade e reafirma a cada dia sua convicção de que jornal se faz com mais reportagem, mais análise e mais debate”, afirma o jornalista.

Sandra Sanches, diretora-executiva do veículo, acredita que o jornal soube acompanhar as mudanças de hábitos no consumo de mídia preservando a sua essência. “Ele chega bem aos 90: rejuvenescido, investindo no impresso, sua principal plataforma, e ampliando cada vez mais sua presença no mundo digital. Chega muito disposto, vibrante e preparado para os próximos 90 anos”, diz Sandra, que não se arrisca a afirmar que o impresso perderá força no futuro, mas que haverá cada vez mais possibilidades de enriquecimento no conteúdo nas plataformas digitais e a adequação da oferta da plataforma para o leitor.

“Não se trata de abandonar a versão digital do impresso, mas de enriquecê-la com novos formatos. E isso inclui a publicidade. Hoje, é possível oferecer novos formatos de anúncio na versão digital, com animação e conteúdo multimídia. Estamos evoluindo muito nisso, o que valoriza a marca do anunciante e torna a experiência do leitor e usuário mais prazerosa. Ganha-se na atenção da audiência. Aumentamos o tempo de permanência do leitor diante de nossos conteúdos”, diz.

Equação

A equação do digital começa a fechar. E a pergunta de um milhão de dólares passou a ser como os jornais conseguirão construir um modelo de negócios rentável nos smartphones, o que ainda não ocorreu.

Felipe Goron, diretor-executivo de mercado da Infoglobo, vem trabalhando nesse e em outros desafio, e diz que ao longo dos últimos anos aprendeu que o meio jornal é muito especial e o mais relevante de fato quando se considera o real impacto na vida das pessoas. Segundo ele, é possível ser inovador 90 anos depois, pois os jornais são “fogo puro” e não fumaça como muitas mídias novas e velhas que estão no mercado. Permanece como uma grande aposta do jornal a área de projetos especiais, que hoje atua em duas frentes: a primeira é ligada à mídia, onde são formatados projetos sob medida para necessidades específicas de anunciantes e agências. A segunda é de eventos, onde são criadas e implementadas grande ativações no Rio, que cobrem temas importantes como gastronomia, educação, design, música, entre outros. Alguns exemplos são o Rio Gastronomia, a Semana Design Rio e o Verão Rio – que dividem espaço com projetos de marketing tão antigos como o Aquarius, criado há 40 anos e que leva música clássica de graça a milhões de pessoas, ou o Prêmio Faz Diferença, que há 12 anos homenageia os brasileiros que contribuíram com o seu talento para mudar o país. Um projeto mais recente do marketing, segundo destaca Sandra Sanches, é a parceria com a Casa do Saber, que, segundo ela, reforça a tradição de promover debates sobre temas de interesse da sociedade.

Na área de projetos especiais trabalham hoje cerca de 20 pessoas e nos últimos quatro anos a divisão dobrou seu faturamento, representando hoje 22% da receita total de mercado anunciante. Goron diz que há grande expectativa em relação a projetos ligados às Olimpíadas de 2016.

Sandra Sanches diz que o jornal caminha para um futuro promissor, buscando a melhor forma de distribuir informação nas plataformas digitais. Uma das preocupações é também investir na renovação dos leitores.

“Com a popularização das redes sociais, o leitor acostumou-se a ter voz, a opinar e interpretar os fatos. É para esse leitor mais informado, crítico e exigente que precisamos fazer um produto cada vez melhor, nos seus diversos formatos e plataformas. Porque esse leitor não é só mais um leitor. Ele espera consumir notícia nos mais diferentes formatos, com possibilidade de interação.”, conclui.

Guia traz o perfil de mais de 600 startups brasileiras

EXAME.com lança nesta terça-feira uma ferramenta que permite ao leitor visualizar o perfil de 615 startups brasileiras. Feita em parceria com a Associação Brasileira de Startups (ABS), a página mostra o que essas empresas fazem, onde elas estão e qual o seu estágio de evolução.

Cada perfil conta com uma pequena descrição da empresa, um mapa de localização e, em alguns casos, um vídeo de apresentação.


Para chegar às mais de 600 startups relacionadas no guia, a equipe de EXAME.com analisou 2.875 empresas cadastradas no banco de dados da ABS, a fim de filtrar aquelas que estão ativas.

Foram incluídas na ferramenta apenas as startups com informações consistentes, como endereço, descrição de atividade e alguma forma de contato disponível (site ou perfil nas redes sociais ativo, por exemplo).

Para navegar pelo guia, o leitor pode clicar em sua área de interesse, onde as startups daquele setor estarão relacionadas em ordem alfabética. Também é possível visualizar um mapa com todas as startups do guia.

Navegue à vontade e descubra o que andam fazendo algumas das empresas mais inovadoras do Brasil.



via Mariana Desidério | Exame

domingo, 26 de julho de 2015

A biblioteca que reúne sketchbooks do mundo todo

Quem já teve ou já viu um, sabe o quanto os sketchbooks são viciantes! Eles basicamente são livros de ideias, de coisas que se gosta e se pensa… Que aí podem virar desenhos, frases, colagens e mais o que der na telha. E com tanta diversidade e personalidade que esses cadernos têm, é realmente difícil pegar um e conseguir parar de folhear e se surpreender.



E foi justamente buscando reunir a diversidade das personalidades pelo mundo, tão talentosamente passadas pro papel, que Steven Peterman e Shane Zucker, em 2006, decidiram criar o The Sketchbook Project, ao ir atrás de juntar esses tesourinhos numa galeria virtual, provando que a arte feita à mão é insubstituível e inesgotável, mas que pode sim usar a tecnologia ao seu favor.


E bota inesgotável nisso, porque o acervo dessa biblioteca virtual de sketchs já chegou à marca de 33.823 projetos doados, vindos de mais de 135 países. E esses números não param de aumentar!

Quem estiver a fim de ver tudo isso mais de perto e também estiver por NY, pode conferir na exposição da Brooklyn Art Library.

Mas e você? Já pensou em transcrever as coisas que passam pela sua cabeça ou suas experiências de vida pro papel? A nossa galera criativa super recomenda! Você se sente mais leve, livre e cheio de lembranças guardadas de um jeito bonito e só seu.

Sketchbook faz bem pra saúde. Vai com tudo. ;)

Fonte: Imaginarium

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Conheça 11 redes sociais e apps para apaixonados por livros e escritores

Livros também tem vez na Internet; veja redes sociais para escritores e leitores (Foto: Pond5)

por Daniel Ribeiro | TechTudo

Com o objetivo de aumentar o relacionamento entre pessoas com gostos em comum, as redes sociais de leitores e escritores têm apresentado recursos cada vez mais sofisticados. Os usuários podem encontrar serviços que vão desde a troca de textos online, até o intercâmbio de livros físicos e recursos para organizar uma moderna estante virtual. Confira algumas das mais famosas redes sociais literárias.


1) Livreto

Com um visual dinâmico e interessante, o Livreto é uma rede social para leitores com vários livros para classificar como lidos ou desejados, permitindo ainda que os usuários troquem suas opiniões.


O Livreto é uma das plataformas mais recentes e ainda precisa corrigir problemas em seu conteúdo (Foto: Daniel Ribeiro)

Como muitas das obras em seu acervo foram incluídas pelos próprios participantes, a plataforma possui muitas informações duplicadas ou incompletas, enquanto algumas de suas imagens não estão enquadradas ou têm baixa resolução. No entanto, é possível encontrar de tudo por lá.

2) Widbook

Esta plataforma reúne uma comunidade colaborativa para compartilhar gratuitamente e-books independentes. Participantes podem escrever textos, ler novidades e publicar mensagens de críticas.

Ideal para encontrar textos independentes, o Widbook possui centenas de e-books grátis (Foto: Daniel Ribeiro)

Com vários recursos para interagir com outros usuários e promover obras no Facebook, Twitter e Google+, o Widbook pode ser acessado pela Web, mas também possui apps para Android e iOS.

3) Orelha de Livro

Em uma interface simples, o Orelha de Livro é uma rede social para leitores interagirem. Além disso, ela oferece recursos para montar uma biblioteca virtual com livros lidos e desejados.

O Orelha de Livro tem um visual amigável e ótimos recursos para montar uma estante virtual de livros (Foto: Daniel Ribeiro)

Com uma eficiente ferramenta de buscas, a plataforma apresenta também uma enorme lista de autores e suas obras. Além disso, o usuário também tem acesso a um ótimo feed de notícias e pode visualizar um ranking com os 100 livros mais lidos.

4) Shelfari

Criada em 2006 e adquirida pela Amazon em 2008, a Shelfari foi uma das primeiras redes sociais literárias da web. Seus usuários podem criar uma estante virtual com as obras registradas, podendo ainda catalogá-las por temas e classificá-las com notas de acordo com seus interesses.

A Shelfari foi uma das precursoras das redes sociais de leitores (Foto: Daniel Ribeiro)

Apesar de só ter títulos em inglês, a plataforma tem comandos intuitivos, um visual agradável e com várias informações sobre autores e suas obras. Entre os dados é possível encontrar notas editoriais, resenhas de outros usuários, capas de outras edições, etc.

5) Minhateca  

Desenvolvido para a web, mas já com um app para Android, o Minhateca é um serviço online gratuito e colaborativo para compartilhar textos, imagens e arquivos por nuvem.


Com recursos para divulgar e espalhar documentos e e-books, o Minhateca é uma espécie de biblioteca colaborativa (Foto: Daniel Ribeiro)

Com um eficiente sistema de busca por autores e títulos, a plataforma permite encontrar diferentes textos e em diversos formatos, desde que publicados e disponibilizados por outros usuários.

6) Scribe

O Scribe é uma rede social que reúne textos independentes e colaborativos, com o objetivo de reunir usuários com interesse de ler e compartilhar contos, resenhas e poemas de diferentes temáticas.

O Scribe é uma plataforma ideal para escrever ou ler textos curtos e compartilhá-los (Foto: Daniel Ribeiro)

Em uma interface agradável e intuitiva, a plataforma promove também uma série de concursos culturais e oferece recursos para curtir, comentar e publicar os textos no Facebook, Twitter e Google+.

7) Skoob

Criado em 2009, o Skoob é uma rede social colaborativa para montar uma biblioteca virtual com livros lidos e desejados, permitindo ainda que seus usuários escrevam resenhas e classifiquem as obras com notas.

O Skoob é uma rede social de leitores brasileira que oferece excelentes recursos (Fotos: Daniel Ribeiro)

Desenvolvido por brasileiros, o Skoob tem um excelente sistema para troca de livros, oferece grupos de discussão sobre diferentes temas, pode ser vinculado a uma conta de Facebook e ainda tem apps para Android e iOS.

8) Movellas

Com um enorme acervo de textos e poesias independentes sobre os mais variados assuntos, o Movellas é uma plataforma colaborativa para escrever, divulgar e ler principalmente contos e fanfics.

Em um visual moderno e agradável, o Movellas reúne muitas histórias de sagas famosas escritas por fãs (Fotos: Daniel Ribeiro)

Os usuários podem escolher feeds sobre diferentes temas, vincular contas com as mais variadas redes sociais e acessar a plataforma através da Web ou de apps para Android e iOS.

9) Wattpad   

O Wattpad é uma rede social para leitores e escritores que também oferece milhares de livros e contos gratuitos, publicados e compartilhados por seus usuários. Apesar de grande parte de seu conteúdo estar em inglês, a plataforma tem uma excelente ferramenta de buscas.


O Wattpad reúne histórias em vários estilos e sobre diferentes assuntos (Fotos: Daniel Ribeiro)

Com diversas áreas temáticas e a praticidade de vincular contas de Facebook e Twitter, o Wattpad pode ser acessado pela Web ou através de apps para Android, iOS e Windows Phone.

10) Goodreads  

Apesar de só apresentar livros em inglês, o Goodreads é uma rede social para leitores com informações organizadas e várias matérias sobre novidades literárias.

O Goodreads é uma plataforma colaborativa que também reúne as principais notícias internacionais do mercado editorial (Foto: Daniel Ribeiro)

Sua interface apresenta um feed de notícias muito sofisticado, mas também oferece recursos para buscar autores e suas obras e montar uma estante virtual, permitindo que cada livro seja classificado com notas e receba resenhas e comentários.

11) Livralivro

Com o objetivo de promover e estimular a troca de livros entre seus usuários, o LivraLivro é uma rede social para leitores com um visual amigável e intuitivo.

Além de apresentar centenas de autores e obras cadastradas, o Livralivro também tem sofisticado serviço para intercâmbio de livros (Fotos: Daniel Ribeiro)

A plataforma possui recursos para adicionar obras literárias em uma estante virtual e avalia-las. Ela também traz um interessante sistema de pontuação e classificação para enviar e receber livros.

Portal Terra investe na cobertura de educação e cria editoria sobre o tema



As pautas de educação terão espaço exclusivo no portal Terra, que acaba de criar editoria para agrupar as notícias sobre o tema. A novidade tem como foco atender estudantes de ensino médio e universitários que querem se preparar para concursos. "O lançamento do canal Educação intensifica nossa cobertura sobre o tema e completa uma demanda na nossa estratégia de negócio”, explicou o diretor de digital services do site, Koiti Inagaki.

O projeto vai colocar no ar notícias, simulados, testes, rankings, calendários de inscrições e provas, além de vídeos com aulas ou programas de interesse desse leitorado. O canal também vai contar com reportagens que abordam aspectos curiosos, engraçados e desconhecidos das vidas, atividades e inquietações de alunos. O conteúdo veiculado terá espaço nas redes sociais por meio de fan page Terra Educação.

Segundo o Terra, esta é a oportunidade para investir em vídeos, com aulas e dicas sobre o mundo da educação. No espaço, os leitores poderão ver informações sobre os concursos mais concorridos no vestibular, o que estudar para se sair bem nas provas e perfis de profissionais bem-sucedidos em suas carreiras.

via Redação Comunique-se


domingo, 19 de julho de 2015

Aeroporto Cheremetievo ganha biblioteca virtual gratuita

Projeto disponibiliza download de mais de 100 livros em russo para funcionários e passageiros do Aeroporto Internacional Cheremetievo, na capital russa.

Gazeta Russa

A primeira biblioteca virtual “SVOya” disponibiliza imagens estilizadas de estantes de livros nas áreas de controle de passaporte. Foto: Lori / Legion Media

Desde quinta-feira (16), as pessoas que trabalham ou transitam pelos terminais C, D, E e F do Aeroporto Internacional Cheremetievo, em Moscou, poderão fazer download de livros em russo sem pagar nada.

A primeira biblioteca virtual “SVOya” disponibiliza imagens estilizadas de estantes de livros nas áreas de controle de passaporte. Para acessar e fazer o download das obras, o usuário deve portar um smartphone que leia códigos QR (espécie de código de barras que pode ser lido pela câmera do aparelho).

Atualmente, a biblioteca virtual contém 108 livros em russo, entre obras de literatura 
clássica e contemporânea. 

O projeto, que inclui ainda 16 salas de leitura improvisadas, estará disponível até o final de 2015. Os livros também pode ser acessados através do site da iniciativa.

O autor de ficção científica Dmitry Glukhovsky, cujos livros “Metro 2033”, “Metro 2034” e “Metro 2035” viraram best-sellers na Rússia e no exterior, participou do lançamento do projeto no aeroporto Cheremetievo.

A biblioteca foi organizada com o apoio do União Russa de Livros, da editora Eksmo e da livraria on-line LitRes.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Brasileiro cria "Netflix dos quadrinhos" para estimular HQs nacionais

Plataforma Cosmic disponibilizará acervo de HQs a 16 reais mensais e reverterá 70% da receita aos autores e editoras. Lançamento acontece em novembro.

Maria Clara Moreira | IDGNow

Imagem de divulgação acima meramente ilustrativa

Uma nova plataforma promete revolucionar o mercado nacional de quadrinhos. Chamado de Cosmic, o aplicativo de leitura digital vai disponibilizar um acervo de HQs seguindo o modelo de assinatura de streaming, que busca oferecer facilidade de acesso e disponibilidade em diversos dispositivos. O serviço tem lançamento previsto para novembro, com mensalidade de 16 reais.

De acordo com seus idealizadores, o Cosmic quer incentivar a criação nacional, cortando os custos de impressão e distribuição dos quadrinhos, proibitivos à maioria dos artistas independentes, que são obrigados a recorrer a sites de financiamento coletivo para viabilizar suas publicações.

"Nos últimos anos, o preço cada vez mais alto do papel tem dificultado a venda e o acesso aos quadrinhos. Reduzindo custos de distribuição, pretendemos potencializar o papel mais importante das editoras, que é encontrar grandes talentos, criar selos e editar material de qualidade", afirma Ramon Cavalcante, criador das webcomics Até o Fim do Mundo e Barafunda e um dos idealizadores da plataforma. "Nosso objetivo é facilitar a publicação digital para criadores e oferecer ao público de quadrinhos uma plataforma digital com todas as funcionalidades indispensáveis".

O Cosmic se baseia em um sistema de remuneração por volume de leitura, onde 30% do valor das assinaturas fica com a plataforma para cobrir os custos de servidores, manutenção e equipe. Os 70% restantes são encaminhados às editoras e autores independentes proporcionalmente ao número de páginas lidas de suas respectivas obras.

"Acreditamos que esse sistema recompensa editoras e autores que realmente trazem leitores e sustentam rendimento. Ele permite que um público razoável, mas fiel, gere renda significativa para a publicação", explica Cavalcante.

Para o idealizador, o Brasil tem uma cultura de quadrinhos tradicionalmente rica, com editoras de sucesso e autores que publicam fora do país. Estudos internos do Cosmic apontaram para o hábito nacional de ler quadrinhos em dispositivos digitais visando comodidade e facilidade de acesso.  

"O mercado digital de leitura é uma tendência mundial, e o Brasil não é diferente. O leitor de quadrinhos gosta de colecionar, de ter a obra física para preservar e guardar, mas também gosta de experimentar e de ler muitas obras com facilidade, até para poder escolher o que vai comprar no impresso. Acreditamos que nosso modelo se encaixa perfeitamente nessa demanda", pontua.

O cronograma de lançamento da plataforma ainda está em fase inicial e a periodicidade das atualizações, as editoras envolvidas e o tamanho do acervo inicial ainda não foram divulgados. "Pretendemos disponibilizar quadrinhos com uma boa frequência, com uma periodicidade que nos permita ter acesso a obras de alta qualidade e diversidade. No caso de séries, dependerá muito do ritmo do autor e será alinhado individualmente com autores e editoras", esclarece Cavalcante, antecipando que nomes de renome integrarão o projeto, que prevê dezenas de títulos para seu lançamento.

O aplicativo gratuito do Cosmic poderá ser utilizado como solução única para a leitura de HQs baixadas pelo usuário (sendo ou não assinante), organizando os arquivos em uma biblioteca pessoal. As funcionalidades do leitor estarão disponíveis ainda este mês para Windows, Mac OS X e Linux. Para o lançamento do serviço de assinatura, o app ganha versões para Android e iOS. 

Autores e editoras interessadas em integrar a plataforma já podem se cadastrar no site www.intocosmic.com

Jabuti não vai exigir ISBN e nem ficha cadastral nas inscrições de livros digitais


A mudança no regulamento é referente à nova categoria Livro Infantil Digital


A 57ª edição do Prêmio Jabuti, a mais tradicional láurea literária do País, incluiu – em caráter experimental --, pela primeira vez em sua história, uma categoria para avaliar e premiar o livro digital. O anúncio foi feito no início de junho. A novidade agora é que a curadoria do prêmio fez uma alteração no regulamento para permitir a inscrição de livros sem ISBN e ficha catalográfica na categoria Livro Infantil Digital. Para justificar a alteração no seu regulamento, o conselho curador considerou o “expressivo número de considerações e consultas recebidas pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) [entidade responsável pelo prêmio] relativas a dificuldades encontradas para inclusão de ficha catalográfica e ISBN em livros infantis digitais”. Lembrando sempre que o prazo para inscrições termina no dia 31 de julho. Para mais informações e inscrições, acesso o site do Prêmio Jabuti.

via Leonardo Neto | Publishnews

quarta-feira, 8 de julho de 2015

'Literatus TV' em rede nacional


Literatura, informação e bom humor. Estas são algumas das características do programa Literatus TV, no ar desde fevereiro deste ano. O programa informativo, que traz temas como literatura brasileira e mundial, séries de TVs, cinema, entre outras vertentes artísticas, está sendo veiculado pela NBR TV, TV Educativa Nacional, um canal de notícias governamentais brasileiro. Produzido em Santa Catarina, o programa é apresentado pelo escritor Maicon Tenfen e pelo editor do site Homo Literatus Vilto Reis. Além de ser veiculado em sinal aberto, todos os episódios estão no canal do YouTube. São dois vídeos por semana, publicados às terças-feiras e às sextas-feiras. As reprises ocorrem às sextas-feiras, às 8h; às quintas-feiras, às 8h30 e aos sábados, às 21h30. 

via Publishnews

Site mostra em tempo real todos os objetos que orbitam a Terra

Quase tão bacana quanto conhecer os 150 mil satélites e pedaços de lixo espacial girando agora mesmo em torno do nosso planeta é o fato de que a incrível visualização 3D foi desenvolvida por um adolescente de 18 anos!

por André Jorge de Oliveira | Galileu
  

Diga olá para todos os detritos de lixo espacial que orbitam a Terra (Foto: Reprodução)

Já faz quase seis décadas que a extinta União Soviética colocou em órbita o modesto Sputnik, uma esfera de metal que se tornou o primeiro satélite da humanidade a chegar ao espaço e orbitar nosso planeta. De lá para cá, um número absurdo de satélites foi lançado e muitos deles já viraram sucata há tempos, mas continuam rodando perdidos lá em cima. Segundo dados do Space Track, um site do Departamento de Defesa dos EUA, a quantidade total de objetos que orbitam a Terra é de cair o queixo: eles chegam a 150 mil. Seria muito interessante (porém inviável) poder usar esse banco de dados para conhecer um pouco mais sobre cada um deles, não acha? Pode parecer um trabalho de louco, mas acredite - um site lançado recentemente permite explorar em detalhes cada pedacinho de metal maior do que uma bola de beisebol que gravita em nossa vizinhança cósmica.

O maravilhoso mapa 3D, que começou a ser desenvolvido em abril, era nada mais que um ~passatempo~ de um adolescente de 18 anos. Videogames ou quebra-cabeças pra quê? “Usando esses parâmetros orbitais, o stuffin.space utiliza um modelo de propagação para prever a localização de todos os satélites em tempo real, com uma precisão de alguns quilômetros, e mostra os dados usando uma visualização WebGL com uma visão acurada da rotação da Terra e do ângulo da luz do sol”, disse ao site Gizmodo o jovem prodígio James Yoder. Para os colegas de turma dele, a declaração deve soar como um misto de grego antigo e sânscrito arcaico. O garoto fissurado em computação gráfica 3D acabou de se formar no terceiro ano do ensino médio e agora é um calouro do curso de engenharia elétrica na Universidade do Texas (seria o irmão mais novo do Sheldon Cooper?).

Clique aqui para conhecer o stuffin.space. Dá para simplesmente sair clicando nos satélites para explorar ou então digitar um nome específico que se queira saber mais - aparece uma fichinha com informações como o ano de lançamento, a velocidade e a altitude. O site também conta com 6 categorias diferentes para filtrar os objetos.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Criança nunca substituirá o livro pelo e-book


A relação que a criança tem com o livro de papel nunca será substituída por e-books, celulares ou qualquer outro aparelho eletrônico. Essa é a opinião de Gabriela Gibrail, curadora da Flipinha, a versão para crianças da Flip que encerrou no último domingo (5). Para ela, a tecnologia está tão presente na vida das crianças que o "objeto livro" será cada vez mais valorizado. "Ainda vamos viver ótimas histórias de amor com ele", opina. Responsável pela Flipinha desde que ela foi criada, em 2004, Gibrail diz que a programação não foi afetada neste ano pela redução nas verbas. A Flip acontece com o menor orçamento da última década, de R$ 7,4 milhões.

Leia trechos da entrevista publicada na Folha de S. Paulo

quarta-feira, 1 de julho de 2015

USP e 'Estadão' lançam na Flip nova fase da Corrupteca


A Corrupteca, a maior biblioteca digital especializada em corrupção do mundo, será relançada na sexta-feira, dia 3 de julho, durante evento na Festa Literária Internacional de Paraty. O projeto foi desenvolvido em parceria entre o Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP (Nupps) e o jornal O Estado de S. Paulo. Nesta nova fase, a Corrupteca, ou Biblioteca Digital da Corrupção, lançada no final de 2012, ampliou sua base de 90 mil para mais de 8 milhões de itens pesquisáveis.

A nova versão integrou em sua base 5.400 fontes de dados entre periódicos, bibliotecas, universidades e outras instituições do Brasil e do mundo. Nela poderão ser coletadas as informações sobre corrupção publicadas no Acervo do Estadão desde sua fundação, em 1875. Outra hemeroteca também incorporada foi a Digital Hispânica, mantida pela Biblioteca Nacional da Espanha. Nela estão as cópias digitais de 173 jornais espanhóis editados desde o século 19.

Outra novidade para os pesquisadores é a base de dados da Biblioteca Digital do Senado Federal, que armazena 226 mil itens produzidos pelo Legislativo. Dos acervos estrangeiros estarão disponíveis para pesquisa as bases da Biblioteca do Congresso Americano, das universidades de Harvard, Yale, MIT e o acervo digitalizado da Biblioteca Nacional da França, com 2,7 milhões de itens.

A ampliação do repositório de dados foi possível por causa da adoção de outras instituições ao protocolo Open Archive, explica Giovanni Eldasi, diretor de tecnologia da Corrupteca. Com o protocolo, os materiais das instituições ficam visíveis na rede e permitem a integração com outras bases. "Os novos acervos digitais integrados potencializam enormemente a pesquisa científica e as propostas de soluções na área de corrupção, que é o objetivo primordial da Corrupteca", completa Eldasi.

Segundo o cientista político José Álvaro Moisés, professor da USP e um dos idealizadores da Corrupteca, esta nova fase deixa o projeto "mais robusto, com mais recursos para os pesquisadores". Ele lembra que a nova fase do projeto ocorre num momento em que a corrupção é o centro da crise do atual governo. "O relançamento dá abertura para estudos científicos do fenômeno."

"Desde a digitalização integral do Acervo Estadão têm surgido várias frentes de aplicação desses 140 anos de jornalismo. Um dos frutos mais surpreendentes e entusiasmantes é o trabalho com o Nupps em torno da Corrupteca, a linha do tempo da corrupção", afirma Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado.

O relançamento ocorrerá em evento às 18 horas na Casa da Liberdade, em Paraty, uma parceria entre O Instituto Voto e o Instituto Millenium. No local, Rua Marechal Deodoro, s/n.º, haverá diversos debates sobre os desafios do Brasil, exposição fotográfica de Renan Cepeda e shows de música ao vivo. A entrada é gratuita e a programação está em casadaliberdade.com.br. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


terça-feira, 30 de junho de 2015

8 redes sociais para amantes de fotografia

Por Douglas Ciriaco | CanalTech

A internet nos coloca diante de uma série de conteúdos produzidos por pessoas de várias partes diferentes do planeta. Conteúdos em texto, vídeos e fotos se tornam acessíveis por praticamente qualquer pessoa, especialmente em espaços dedicados exclusivamente para estes fins.

Estes espaços podem ser úteis tanto para quem produz conteúdo de forma profissional ou amadora, bem como pode ser uma boa forma de passar o tempo para quem é entusiasta de fotografia. Nós listamos oito páginas para quem é fã desta arte, confira:

1. 500px
Rede social para fotografia de origem canadense, o 500px (pronuncia-se 500 pixels) conta com mais de 2,5 milhões de usuários registrados e, obviamente, milhões de imagens em sua base de dados. Ele é famoso por ser usado por fotógrafos amadores e profissionais como espaço para armazenamento e divulgação de seus trabalhos.

Aqui, você pode tanto navegar pelas postagens de outros usuários, contemplando fotografias capturadas por pessoas de várias partes do mundo, bem como ter contato com outros profissionais do ramo. Além disso, o site serve como ponte para compra e venda de imagens livres de royalties.

Seja para fins comerciais ou apenas para quem gosta de ver belas fotografias, o 500px pode ser um ótimo auxiliar. O site é belíssimo e muito bem organizado, o que facilita a navegação. Além disso, este serviço conta com aplicativos para Android e iOS.

2. ArtStack
ArtStack não é um site de imagens propriamente dito. Melhor dizendo, ele serve como espaço para compartilhamento de imagens autorais, mas é, sobretudo, uma rede social com foco na arte. Aqui, você pode ter contato com obras de artistas consagrados ou quase anônimos das mais variadas expressões das artes plásticas.

Isso significa que fotografia, pinturas, instalações e esculturas estão aos montes nesta página. E ela funciona como uma rede social, então é possível adicionar perfis de outros usuários como amigos ou então seguir pessoas para acompanhar as suas publicações, tal qual você faz em outras redes.

Além disso, é possível enviar seu conteúdo próprio, montar listas, ver o que está bombando, visualizar as atualizações em uma linha do tempo e muito mais. O ArtStack tem um site bem organizado e conta com aplicativos para Android e iOS, então é fácil acompanhar tudo de qualquer lugar.

3. Flickr
Uma das páginas mais conhecidas de toda a web quando o assunto é rede social focada em fotografia, o Flickr é um campo fértil para diversos tipos de usuários. Pertencente ao Yahoo!, este serviço oferece espaço para armazenamento, álbum virtual e conta com milhões de imagens sob as mais variadas licenças.

Isso significa que ele pode ser um ótimo espaço para quem quer apenas apreciar fotografias alheias, pois há muitos fotógrafos amadores e profissionais que divulgam seu trabalho por aqui. Além disso, é uma página útil também para quem busca imagens livres de royalties.
Por fim, se você quer compartilhar suas fotografias ou fazer contato com outros usuários e fotógrafos, o Flickr é uma ótima pedida. Fácil de ser usado e também esbanjando um ótimo apelo visual, o serviço pode ser acessado por meio de gadgets portáteis com Android, iOS e Windows Phone.

4. Pinterest
Mais estilosa das redes sociais focadas em imagens, o Pinterest é uma ótima opção para quem quer compartilhar as mais variadas imagens de forma organizada. O site funciona como um grande mural no qual você vai prendendo as imagens com alfinetes — ou pins, em inglês, daí o nome da rede social.

Aqui, você encontra seus amigos e pode começar a segui-los, e vice-versa. O site suporta o uso de hashtags e você pode “pinar” novas imagens e “repinar” aquelas postadas ou compartilhadas pelas pessoas que você segue por aqui. Além de enviar fotografias a partir de seu próprio dispositivo, é possível compartilhar imagens hospedadas em qualquer site da web.

O estilo do Pinterest torna a sua utilização bastante simples. A página é bem organizada e está totalmente traduzida para português, algo que torna muito simples a tarefa de encontrar imagens, navegar pelas listas de fotos alheias e até mesmo conhecer mais sobre os gostos de seus amigos — e tudo isso pode ser feito a partir da web, do Android e do iOS.

5. Instagram
Provavelmente o nome mais badalado e “acessível” desta lista, o Instagram é o básico para quem quer compartilhar fotografias e, é claro, acompanhar as publicações de amigos, celebridades das mais variadas artes e também de fotógrafos profissionais ou amadores.
A rede conta com milhões de usuários e uma incontável quantidade de imagens. Para quem quer descobrir novidades, há uma seção exclusiva dentro do aplicativo reunindo perfis pelos quais você provavelmente vai se interessar. Assim, não há como não encontrar belíssimas imagens para contemplar tendo uma conta no Instagram.

E você pode acompanhar a timeline com as postagens das pessoas que você segue diretamente pela web. Já as postagens podem ser feitas apenas pelos dispositivos portáteis — o aplicativo conta com versões para Android, iOS e Windows Phone.


6. Photobucket
Site famoso por armazenar imagens que são postadas em fóruns pela web, o Photobucket é, também, um bom espaço para quem quer apreciar belíssimas fotografias capturadas por fotógrafos profissionais e amadores de várias partes do planeta. Aqui, você pode postar fotos e vídeos, aplicar alguns retoques e, é claro, compartilhar suas imagens.

O banco de dados do Photobucket é vasto e conta com um sistema de busca avançado, algo que torna tudo mais prático na hora de encontrar algo em específico. Você ainda pode ter contato com os tópicos que mais estão bombando no momento, outro recurso que dá mais organização ao conteúdo existente neste serviço.

E tudo isso pode ser feito direto na web, por meio de um site cheio de estilo e fácil de ser navegado, ou então em seus gadgets portáteis. O Photobucket conta com versões oficiais para Android e iOS.

7. PictureSocial
O PictureSocial é um grande fórum indicado para fotógrafos amadores ou profissionais trocarem experiências e, é claro, imagens. Se você não é fotógrafo, mas apenas um grande apreciador da arte, pode frequentar a página sem nenhum problema. Nela, você encontra inúmeras imagens capturadas de forma bastante competente.

São milhares de membros de várias partes do mundo postando suas fotos para a apreciação geral. Além disso, você pode acompanhar as discussões no fórum ou partir direto para a seção de fotografias da página, visualizando tudo aquilo que é postado de forma pública pelos participantes do PictureSocial.

Apesar de ser um espaço para fotógrafos, este serviço não prima muito pelo apelo visual e o site não é lá muito agradável. De qualquer forma, navegar por aqui não será nenhum bicho de sete cabeças — e este serviço não conta com aplicativos para dispositivos móveis.

8. Bluecanvas
O Bluecanvas tem uma proposta bastante semelhante à do ArtStack, servindo como banco de dados para expressões artísticas variadas. Isso quer dizer que, aqui, você vai encontrar pinturas das mais variadas escolas de arte, bem como esculturas e, lógico, fotografias.
Navegando pela página, você pode filtrar os resultados e visualizar as fotos enviadas pelos usuários. Além disso, é possível usar o sistema de busca para encontrar coisas de forma mais específica, organizando os resultados de acordo com data de envio, melhor avaliação e por aí vai.

O serviço pode ser acessado apenas pela web, pois não conta com nenhum aplicativo para dispositivos móveis. De qualquer forma, a estrutura da página é bem organizada e não há nada que impeça uma boa navegação.

Conhece algum outro serviço focado em fotografias que poderia estar nesta lista? Então, compartilhe a sua dica com todo mundo aqui embaixo, na caixa de comentários.