sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Filo na Web



A revista Filosofia&Vida completou 100 edições, procurando desenvolver um trabalho sério e importante na divulgação de textos, artigos, matérias e entrevistas  a respeito  e todas as vertentes dessa disciplina. Além da publicação impressa, os leitores têm acesso a todo o material disponível na revista em sua página no Facebook, que acabou se transformando num grande espaço de discussões e debates a respeito do que é mais interessante e relevante em termos de pensamentos filosóficos e suas aplicações na vida cotidiana. O internauta pode, ainda, consultar o site da publicação.


via Revista Ciência e Vida

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Futuro do livro


por Mark Parisi
via Bibliocomics

Os Desafios da Confiabilidade da Informação na Produção Colaborativa de Conteúdos: análises na Wikipédia, a Enciclopédia Livre


Ciência da Informação em Revista v. 1, n. 3 (2014)

Sandrine Cristina de Figueirêdo Braz, Edivanio Duarte de Souza

A produção colaborativa tornou-se uma das características mais marcantes da sociedade em rede, dada a possibilidade e a facilidade com que os usuários podem produzir conteúdos e informações. O fato da colaboração nivelar especialistas e amadores naquela produção contribui para que os conteúdos produzidos nessa modalidade sejam questionados, sobretudo, quanto à confiabilidade e à validade dos mesmos. Com bases nesses pontos, este artigo faz uma análise dos elementos que indicam a confiabilidade das informações da Wikipédia, a Enciclopédia Livre. A pesquisa realizada foi empírica, com abordagem qualitativa, tendo como técnica a Análise de Conteúdo (AC). Os resultados alcançados evidenciam que a produção colaborativa de conteúdos na Wikipédia está relacionada a indicadores de confiabilidade que convergem elementos de fontes de informações impressas e digitais.  No entanto, o maior desafio dessa fonte de informação é explicitar ainda mais quais são e onde se encontram esses elementos. Os indicadores de confiabilidade das fontes de informação da web, mais precisamente da produção colaborativa, têm a possibilidade de estarem constantemente sendo atualizados, o que é providencial para a confiabilidade das informações.

Clique aqui para o texto completo [pdf / 13p.]
Imagem: Internet


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Vendas de livros impressos sobem, enquanto digitais perdem popularidade, diz ‘FT’


Preferência de jovens por títulos convencionais mostra tendência que contraria previsão de especialistas, diz jornal britânico

O Globo
Imagem: Daniel Shea | FT

Os livros de papel estão virando o jogo na guerra contra os e-books. Contrariando expectativas do mercado, as vendas de títulos impressos vendidas nas principais livrarias dos EUA, Reino Unido e Austrália subiram em 2014, segundo reportagem publicada pelo “Financial Times”. Enquanto isso, o desempenho de publicações eletrônicas tem desapontado quem apostou que dispositivos como o Kindle substituiriam a mídia tradicional.

De acordo com o levantamento Nielsen BookScan, citado pelo jornal britânico, o número de livros físicos vendidos nos EUA subiu 2,4% no ano passado, alcançando 635 milhões. No Reino Unido, o setor encolheu 1,3%, mas a queda representa uma melhor ante 2013, quando as vendas recuaram 6,5%.

A rede de livrarias britânica Waterstones foi uma das companhias que se beneficiou com a retomada do setor no país. As vendas da empresa subiram 5% em dezembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Não graças aos livros para Kindle, diz o diretor-executivo James Daunt, acrescentando que as vendas de títulos digitais “desapareceram”.

“As coisas andam mal, mas já alcançamos o fundo do poço do mercado”, disse Sam Husain, diretor-executivo da rede de livrarias Foyles, que viu as vendas da empresa crescerem 8%, também puxadas pelos livros impressos.

Preferência entre jovens

De acordo com especialistas ouvidos pelo “FT”, a tendência deve se manter nos próximos anos, já que a melhora no mercado de livros físicos tem sido influenciada fortemente pelo público mais jovem. As vendas de títulos de ficção para jovens adultos cresceram 12% em 2014, mais que os títulos voltados para adultos. Os destaques do segmento são títulos como a série “Crepúsculo” e o best-seller “A Culpa é das Estrelas”.

 “Jornais impressos são resistentes entre aqueles que cresceram com jornais impressos. Livros impressos são resistentes entre todas as idades”, disse Paul Lee, analista da Deloitte, que projeta que 80% das vendas de livros em 2015 serão de cópias físicas.

Pesquisa recente da Nielsen indica que a maioria dos adolescentes entre 13 e 17 anos preferem os livros de papel. O jornal não cita os percentuais do levantamento, mas a consultoria destaca que o resultado do estudo pode estar relacionado à falta de cartões de crédito entre os mais jovens. Mas também diz que a possibilidade de compartilhar os títulos preferidos conta pontos: é mais fácil compartilhar e emprestar livros impressos.

Apesar dos números melhores que o esperado frente ao mercado de ebooks, o “FT”, controlado pela editora Pearson, destaca que o setor ainda enfrenta desafios. Principalmente em relação à concorrência com a Amazon, que domina o mercado de livros digitais.

No ano passado, a empresa de Jeff Bezos e a editora francesa Hachette travaram uma longa batalha sobre o patamar dos preços dos livros. Enquanto a Amazon queria manter preços baixos, a editora queria elevar o valor dos títulos. Em novembro, as duas partes anunciaram que entraram em um acordo, para que a editora determine os preços dos livros.

 “O setor enfrenta várias ameaças estruturais. O domínio da Amazon significa que as negociações de preços continuarão a ser fontes de tensão. A publicação independente continua a crescer, e as editoras ainda estão esperando para ver se os modelos de assinatura – que transformaram a indústria de música – vão funcionar entre leitores”, avalia a reportagem do “FT”.

Idade Média...


O acesso à internet tem proporcionado maior acesso à leitura? Estamos nos tornando melhores leitores? Certamente estamos lendo mais, porque se ampliou o acesso à informação, mas não a conhecimento. Informação, por si só, não gera conhecimento. Há incontáveis livros, artigos, blogs, notícias disponíveis na internet, mas a maioria das pessoas consome sem checar a fidedignidade. Multiplicam-se ‘informações’ sem discernimento ou reflexão. A internet muda paradigmas existentes, notadamente no que se refere ao acesso à informação e relacionamentos interpessoais, mas, decresce a capacidade do humano em testar fontes, sabê-las válidas. Isso sim, permitiria qualidade e conhecimento capaz de fazer diferença. 

Há verdades nos livros, mas ‘nem todas as verdades são para todos os ouvidos, nem todas as mentiras podem ser conhecidas como tais por alma piedosa; e há, nas bibliotecas mesmo, livros que contêm mentiras’. Essas frases são de Umberto Eco no livro O nome da Rosa. Continuam atuais e demonstram que conhecimento ainda está nas mãos de poucas pessoas. No texto está que  havia biblioteca de livros raríssimos num mosteiro, contrários aos interesses dominantes. Por essa razão, pouquíssimos tinham acesso. Ler era perigoso. Quem lia certos livros morria! 

Talvez este seja um dos motivos da educação pública de nosso país estar sucateada. Os investimento não chegam a produzir transformação pessoal e social. Tem que mudar. Sem leitura o ser humano ‘morre’. É preferível ‘morrer’ pela leitura libertadora, do que pela a ausência geradora de ‘prisão’ e ignorância. Sem senso crítico, dialética e capacidade de argumentar, ‘verdades’ ou ‘mentiras’, se tornam tônica. Sem essas ferramentas não podemos imaginar que ‘quando entra em jogo a posse das coisas terrenas é difícil que os homens raciocinem com justiça’, como também afirmou Umberto Eco. Livros impressos estão se transformando em ebooks. Espero que  isso não se torne modo de ‘incendiar’ livros como antigamente. Na internet, podem deixar de ser disponibilizados se ficarem sem acesso ou não vendidos? Eis aí, de novo, a idade média... 

Acir de Matos Gomes
Advogado, professor universitário
via GCN
Imagem: Intertnet

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Ciência Aberta

As novas tecnologias têm invadindo de forma progressiva as salas de aula nas últimas décadas. Já são muitos, aliás, os cursos à distância, por exemplo, via vídeo-conferência. O ensino tradicional é ainda, contudo, a prioridade e, em tempos de crise, as despesas com livros e material são uma das maiores dores de cabeça para pais e estudantes. Mas… e se toda a informação necessária para o ensino fosse disponibilizada gratuitamente, sem restrições de tempo ou espaço, apenas dependente de um acesso à internet?


Desde 2008 – curiosamente no início da crise global que mergulhou boa parte do Mundo desenvolvido na austeridade – um grupo de acadêmicos dedicou-se a criar uma nova plataforma de estudo gratuito pela internet. Chamaram-lhe "Open Book Publishers" (em tradução livre: "Editores do Livro Aberto"). Já tem mais de 40 títulos publicados e alguns de autores bem conhecidos, como é o caso de Noam Chomsky. É usada em salas de aula de mais de 120 países, muitos deles subdesenvolvidos. Na Grécia, um dos países mais pressionados pela crise global, a “Open Book” é um sucesso. 

com informações da Euronews - Portugal

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

OVNIs: documentos oficiais



O Historiador americano John Greenewald passou quase duas décadas solicitando informações desclassificadas do governo dos EUA sobre OVNIs. 

Recentemente, ele postou mais de 100.000 páginas de documentos sobre os inquéritos internos de OVNIs da Força Aérea os EUA (Project Blue Book) no período de 1947 a 1969 na a internet.



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Arquivo de Easter Eggs



The Easter Egg Archive está no ar desde 1995, e foi desenvolvido por um casal apaixonado por engenharia da computação. O site apesar de seu visual simples, nos apresenta uma base de dados recheada de "Ovos de páscoa", os famosos easter eggs, apelido que recebem as surpresas escondidas em filmes, músicas, livros etc






sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ferramenta detalha luta de PT e PMDB por hegemonia

Gráfico que integra o 'Atlas Político Estadão Dados' mostra disputa constante entre as duas legendas por liderança no número de eleitos 

 José Roberto de Toledo e Rodrigo Burgarelli - O Estado de S.Paulo 

O confronto entre PT e PMDB pela presidência da Câmara dos Deputados é a história de uma batalha anunciada há mais de uma década. Desde 2002, os petistas vêm crescendo em quase todas as esferas eletivas às custas, em muitos casos, dos peemedebistas. Apesar de aliados no plano federal, os dois partidos protagonizaram o embate mais frequente nas eleições de 2012. E, tudo indica, voltarão a se enfrentar nas eleições municipais de 2016.

Essa história está documentada em uma nova ferramenta interativa lançada ontem pelo Estadão Dados, que permite ao usuário ver a evolução do poder de todos os partidos políticos brasileiros a cada eleição, desde 2002. Ela faz parte do Atlas Político Estadão Dados, que reúne mais de uma dezena de ferramentas de jornalismo de dados que ajudam o cidadão a saber mais sobre política e eleição e que também entrou no ar no mesmo dia.
O atlas agrega em um único endereço mapas, infográficos interativos e textos que mostram, por exemplo, quais empresas financiaram as campanhas eleitorais de quais candidatos, como os parlamentares votam no Congresso, e as tendências da opinião pública. Ele pode ser acessado pelo endereço atlas.estadaodados.com.

Há mais material inédito além da página sobre a evolução do poder dos partidos. O Siga o Dinheiro, gráfico que mostra quem foi financiado pelos maiores doadores na campanha de 2014, foi atualizado com os dados finais dos R$ 4,3 bilhões arrecadados pelos candidatos na eleição passada. Além disso, o Basômetro, ferramenta que mede o governismo de deputados e senadores desde 2003, foi atualizado com as últimas votações do primeiro governo Dilma Rousseff.

Disputa. O novo gráfico sobre o tamanho dos partidos, intitulado Espiral Partidária, revela uma luta constante entre PT e PMDB ao longo das últimas décadas. Os dois partidos são donos das duas maiores bancadas na Câmara dos Deputados e lideram também no número de eleitos em quase todos os outros cargos eletivos. Com exceção dos governadores e deputados federais, o PMDB lidera sobre o PT com uma ligeira vantagem nos outros cargos.
A vantagem peemedebista, porém, era muito maior em 2002, primeiro ano da série histórica da ferramenta - principalmente em nível municipal. O PMDB tinha quase 10 mil vereadores e 1,3 mil prefeitos naquele ano, quatro e seis vezes mais que o PT, respectivamente. A cada eleição municipal, porém, essa diferença vem diminuindo.

A primeira queda foi justamente em 2004, dois anos após a primeira eleição de Lula à Presidência. No último pleito municipal, em 2012, o PT só fez menos prefeitos que PMDB e PSDB. Mas a competição entre os dois aliados federais é ainda maior do que com os tucanos. Outra ferramenta listada no Atlas, chamada O Jogo das Coligações, revela que nenhum outro partido enfrentou um mesmo concorrente mais vezes em 2012 do que PT e PMDB.


Crescimento. O Atlas Político continuará a crescer e a ganhar novas ferramentas. Estão programados dois infográficos novos sobre financiamento eleitoral que serão lançados na próxima semana, em tempo de mostrar as relações entre financiadores e os deputados federais que tomam posse no dia 1º de fevereiro.

O Atlas e suas ferramentas terão atualização permanente de conteúdo e pretendem ser uma referência para acadêmicos, políticos e cidadãos que queiram entender a política brasileira por meio dos números e estatísticas.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

GIFE lança biblioteca virtual com conteúdos relacionados ao investimento social


Com o objetivo de promover o compartilhamento do conhecimento sobre investimento social e, consequentemente, contribuir para o fortalecimento do setor no Brasil, o GIFE lança o Sinapse, uma biblioteca virtual com diversos conteúdos viabilizado a partir de uma parceria com a Foundation Center.

Para o GIFE o acesso a dados e informações de qualidade sobre o campo social é fundamental para que investidores sociais se tornem agentes de transformação mais fortes. Inspirado por essa premissa, o lançamento do Sinapse, um hub de conteúdo sobre o tema, busca mobilizar pesquisadores, empresas, universidades, organizações sociais e poder público em torno da troca de conhecimento.

Essa iniciativa foi possível após a concretização de uma parceria com o Foundation Center, organização dos Estados Unidos que reúne o maior banco de dados global sobre filantropia. Por lá, o projeto é chamado de IssueLab e também é considerado um hub de conhecimento, conectado com outras iniciativas similares no mundo.

Gabriela Fitz, diretora de iniciativas de Gestão do Conhecimento da Foundantion Center explica que o IssueLab é uma coleção pública de estudos de caso, avaliações e relatórios de pesquisa de fundações e organizações sem fins lucrativos em todo o mundo. “Ele foi criado para ajudar organizações como GIFE a compartilhar mais facilmente o que está sendo aprendido pelos seus pares no campo sem ter que construir uma biblioteca online a partir do zero.”

Todo o conteúdo disponibilizado na plataforma é gratuito. Ao reunir publicações relevantes em uma único espaço, o GIFE busca facilitar o acesso ao material produzido pelo campo socioambiental a diversos atores da sociedade civil.

O projeto se difere de outras iniciativas já existentes no setor justamente por conta da parceria com o IssueLab. Esse trabalho conjunto permitiu ao GIFE importar publicações sobre investimento social produzido em outros países e compartilhar as publicações brasileiras com outros hubs. Dessa forma, mais do que trazer conhecimento para o público brasileiro, o Sinapse está ajudando a levar nossas experiências para o mundo.

A princípio, a biblioteca será alimentada com publicações do GIFE, de seus associados e parceiros. Porém, contribuições são bem-vindas. Por meio do link é possível sugerir conteúdos para inclusão. A ideia é que o Sinapse se configure como um espaço de construção coletivo em benefício do campo social no Brasil.

“O Sinapse do GIFE é um exemplo perfeito de como uma iniciativa pode ser construída junto e somar-se ao conhecimento coletivo sobre a mudança social e os esforços de investimento social em todo o mundo”, avalia Gabriela Fitz.

Ideia original

O IssueLab é uma iniciativa pioneira encampada pela Fundation Center nos Estados Unidos. O projeto tem como objetivo central compartilhar inteligência coletiva sobre o setor social de forma gratuita.

A ideia nasceu em 2012, quando o acervo da Foundation Center foi fundido com o do PubHub. Juntos, eles criaram uma das maiores bases de conhecimento do campo social no mundo. Ao todo, são mais de 7 mil documentos disponibilizados nesse espaço.

São milhares de estudos de caso, pesquisas, artigos e publicações sobre os temas mais relevantes da agenda socioambiental. Além de disponibilizar todo esse material, a Foundation Center está comprometida em criar canais com outras organizações para disseminar esse conhecimento. "Aprendemos muito nesses anos. A plataforma integrada permite que qualquer um possa encontrar, acessar livremente e compartilhar inteligência coletiva do setor social", explica Bradford Smith, presidente da Foundation Center.

Gabriela complementa ressaltando a importância da construção coletiva. “Somos parte de todo um ecossistema de conhecimento. Isso é o mais empolgante e o mais promissor sobre o trabalho."

Acesse o Sinapse.

via GIFE

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O jornal do dia seguinte


Quem se dispõe a ler o impresso espera uma abordagem mais cuidada e de maior profundidade

No cotejo com o digital, o papel levou a pior. O ataque recebeu cobertura extensa e ao vivo nos sites, que compartilhavam cada detalhe ou fiapo de novidade em tempo real. Ok, a profusão de postagens sempre abriga irrelevâncias e notícias que serão desmentidas ao longo da apuração, mas inclui também a informação que estará no jornal, além do material que, por falta de espaço, será exclusivo do digital.

Para fazer frente a esse cenário, o impresso deveria mostrar excelência, funcionando como curador criterioso do conteúdo, com histórias bem amarradas, textos claros, gráficos relevantes e sem os erros que uma revisão atenta poderia evitar. Nesse caso não conseguiu.

Trecho de artigo publicado na Folha de S. Paulo

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

LeYa lança app para admiradores de escritores de língua portuguesa


A LeYa lançou o primeira app dedicada exclusivamente aos admiradores de escritores de língua portuguesa, disponível para iPhone, iPad e Android.

O app, com autores de língua portuguesa publicados pelas editoras do grupo LeYa, «é a primeira aplicação criada em Portugal a reunir e tornar facilmente acessíveis elementos relacionados com a vida e obra de um escritor ou escritora – a sua biografia e bibliografia, a agenda de iniciativas, fotografias e vídeos -, bem como a permitir o acesso aos livros e ebooks, a citações e amostras de obras», refere um comunicado. «Ao baixar a aplicação gratuita os utilizadores podem ainda escolher ser notificados sempre que algo de novo ocorra com o seu autor escolhido, podendo também, se assim o desejarem, emitir comentários ou mensagens sobre o mesmo autor e carregar a todo o tipo de links úteis, relacionados com o escritor em causa, que serão incluidos no aplicativo.»

O comunicado adianta ainda que o objetivo do app é promover a interação entre os leitores e os escritores, «abrindo uma forma inovadora de comunicação nunca antes experimentada no mundo editorial de língua portuguesa».

O primeiro perfil  lançado no app foi do escritor moçambicano Mia Couto.

via Diário Digital (Portugal - com adaptações)

Cidadão pode pesquisar milhares de fotos no acervo digital do Senado


O arquivo do Senado é uma fonte rica de imagens para o cidadão que procura fotos históricas numa pesquisa pessoal ou profissional. O Arquivo Fotográfico da Secretaria Especial de Comunicação do Senado (Secs) atende a mais de mil pedidos anuais, e também é possível baixar as fotos diretamente da internet, sem o envio de uma solicitação formal por e-mail.

Atualizado diariamente, o banco de imagens disponibiliza as fotos da cobertura da Agência Senado. Ele pode ser acessado por meio do site de compartilhamento de fotos Flickr, no link https://www.flickr.com/photos/agenciasenado. Entre outras imagens recentes, o banco inclui a cobertura completa da posse de Dilma Rousseff em seu segundo mandato presidencial, no primeiro dia de 2015.

O uso das imagens é gratuito, bastando que o solicitante dê o devido crédito ao autor da foto, conforme a descrição na própria página de download. Estão disponíveis as imagens publicadas pelo site do Senado, pelo Jornal do Senado e pela revista Em Discussão!.

Os álbuns no Flickr são organizados por data, da mais recente para as mais antigas, mas pelo e-mail é possível solicitar pesquisas específicas. Imagens produzidas pela Agência Senado desde 1999, ou imagens anteriores a 1999 que estejam digitalizadas, podem ser pedidas a fotojornal@senado.gov.br. O acervo digital dispõe, por exemplo, de imagens da construção dos prédios do Senado e da Câmara dos Deputados, entre 1958 e 1960.

- Os pedidos que chegam diariamente por email costumam ser de pesquisas no acervo que envolvem um período de tempo grande, ou pedidos pontuais de cidadãos e autoridades que visitam a Casa. Além disso, atendemos muitos órgãos de imprensa e gabinetes - explica Leonardo Sá, chefe do Serviço de Fotografia da Agência e do Jornal do Senado.

Agência Senado

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O futuro do profissional bibliotecário: desmistificando previsões exageradas


Biblionline, João Pessoa, v. 10, n. 2, p. 1-16, 2014. 

Jorge Santa Anna

Constitui uma reflexão teórica da literatura acerca do futuro do bibliotecário face aos novos tempos. Objetiva discutir a atuação híbrida do profissional bibliotecário do futuro, desmistificando a previsão equivocada de sua extinção, mesmo diante das novas tendências sociais provocadas pela revolução tecnológica. Refuta as constantes especulações acerca da extinção do bibliotecário diante dos impactos acometidos pela explosão da informação, globalização e novas tecnologias. Demonstra a necessidade de hibridismo a ser adotada por todas as profissões, no sentido de se adaptar ao novo paradigma social. Conclui que, o bibliotecário possui um campo de atuação em expansão, ampliando suas possibilidades de trabalho e assegurando sua necessidade e reconhecimento no mercado. Aprende que, a atuação do bibliotecário do futuro faz-se em meio a novos espaços de trabalho, como: a atuação em bibliotecas híbridas, bibliotecas digitais, em consultoria informacional e gestão da informação em organizações, além das grandes possibilidades de trabalho demandadas pelo ambiente web.

Clique aqui para o texto completo [pdf / 16p.]
Imagem: Internet


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Biblioteca Digital do Senado disponibiliza obras raras com mais de 300 anos



Entre os 260 mil documentos de interesse do Poder Legislativo, obras raras com mais de 300 anos fazem parte do acervo digital da Biblioteca do Senado.  O livro mais antigo é o Novvs Orbis seu Descriptionis Indiae Occidentalis, de Johannes de Laet, datado de 1633. Trata-se de uma descrição geográfica, científica, etnológica e linguística da América, além de relatos e desenhos dos animais e plantas da região, com especial destaque para o Brasil.

Da Coleção Digital de Obras Raras também constam revistas e manuscritos. A Revista Moderna, impressa em Paris a partir de 1897 é um dos destaques do acervo, com o que havia de mais avançado em jornalismo na época, primando por reportagens elaboradas e a cobertura dos acontecimentos mais marcantes.

Em breve serão incluídos outros títulos como o jornal ilustrado Don Quixote, uma publicação de sátira política, editada e ilustrada por Angelo Agostini, que circulou entre 1895 e 1903.

Ainda são poucos os manuscritos digitalizados, mas todos muito relevantes. Um deles é o autógrafo da Lei Áurea, pertencente ao Arquivo do Senado, sendo um dos documentos mais acessados. Outro bastante procurado é composto por versos de Machado de Assis, intitulado O Casamento do Diabo, que é acompanhado por uma versão digitada para ajudar na compreensão do texto.

Acesso

A Biblioteca do Senado oferece 916 obras raras e valiosas digitalizadas, dentro da coleção específica que possui 7.548 volumes. As obras foram restauradas e estão à disposição de qualquer pessoa conectada à Internet. A restauração e conservação do acervo permitiram a digitalização e facilitaram o acesso. Os arquivos digitais reproduzem fielmente todas as características das obras.

O processo de disponibilização desse material demanda tempo e exige diversos cuidados, como informa a bibliotecária Clara Bessa da Costa, do Serviço de Biblioteca Digital.

— Na etapa de seleção analisamos se as obras estão em condições de passar pelo processo de digitalização, que é realizada com todo o cuidado para que não haja nenhum dano ao material.  Depois os arquivos em alta resolução são conferidos e convertidos para PDF para facilitar  o download pelas pessoas que acessarem nosso acervo — explicou.

Em 2014, os arquivos da Biblioteca Digital do Senado foram visualizados mais de 2,2 milhões de vezes. As obras publicadas são de domínio público ou têm os direitos autorais cedidos pelos proprietários, possibilitando o download gratuito.

Pesquisa

Para pesquisar na Biblioteca Digital do Senado, basta acessar o portal e informar o nome do autor, título ou assunto procurados. A pesquisa avançada também permite selecionar a coleção (entre livros, legislação em texto e áudio, jornais e revistas, produção intelectual de senadores e servidores do Senado e documentos diversos).

Clara Bessa da Costa explica que não é necessário nenhum tipo de cadastro.

— Porém, se o usuário quiser ficar atualizado com nossas novidades basta se cadastrar para receber um e-mail com o link dos novos itens incluídos na coleção que ele escolher.

Agência Senado