quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Jennifer Anniston fala sobre era digital e rechaça volta de "Friends"


"Friends" fez sucesso entre 1994 e 2004

Por Thiago Forato | Na Telinha

A última reunião de "Friends" aconteceu em fevereiro deste ano, para homenagear o diretor Jim Burrows.

A última reunião de "Friends" aconteceu em fevereiro deste ano, para homenagear o diretor Jim Burrows.

No entanto, Matthew Perry (Chandler) não pôde ir, alegando incompatibilidade de agenda. O restante do elenco compareceu, como  Lisa Kudrow (Phoebe), David Schwimmer (Ross), Courteney Cox (Monica) e Matt LeBlanc (Joey) e a própria Jennifer Anniston.

A atriz concedeu uma entrevista à Lorraine Kelly e revelou que "Friends" talvez não tivesse a mesma magia, caso retornasse à TV. "Não sei como faríamos", pontua.

"Era uma época onde não vivíamos com nossas caras enfiadas em celulares ou checando Facebook e Instagram. Nos reuníamos numa cafeteria para conversar. Mas hoje perdemos isso", continua.

"Friends" fez sucesso entre os anos de 1994 e 2004 nos Estados Unidos, sendo uma das comédias mais bem-sucedidas no país. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Mente livre de Junk Food Digital


Ex-Google cria organização para alertar sobre o junk food digital Ex-funcionário também da Apple, Tristan Harris diz que os produtos do Vale do Silício são projetados para viciar os usuários

Por Filipe Vilicic | Veja 

Críticas às novidades tecnológicas costumam vir de fora do Vale do Silício, e quase sempre partem de segmentos ameaçados pelo inexorável avanço da era da internet, mas vez por outra o ataque vem na forma de fogo amigo. É o que se pode dizer do designer americano Tristan Harris, 32 anos. Fundador da Apture, que fornecia um serviço de publicação a clientes como o The New York Times, ele vendeu a startup ao Google em 2011 e passou, então, a ser funcionário do gigante de buscas — já tendo, antes, batido ponto na Apple.

Harris é do métier. Há três anos, quando se pôs a analisar como os produtos das empresas do Vale do Silício estavam sendo desenhados para sequestrar o tempo dos usuários, e não para auxiliá-los a alargá-­lo, decidiu redigir um trabalho com essa ideia — que logo se espalhou entre os seus colegas. No ano passado, Harris pediu demissão do Google e passou a se dedicar à criação da organização Time Well Spent (Tempo Bem Gasto), que alerta sobre os perigos das inovações digitais e, como conta em entrevista na edição de VEJA desta semana, propõe transformar o modus operandi do setor.


"Netflix e afins competem até mesmo com o nosso sono"



Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA 


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Um mundo na palma da mão


‘E-books’ têm um longo caminho a percorrer no país, mas podem se tornar uma ponte entre pessoas que ainda não leem e o universo dos livros

Cora Rónai | O Globo

No último fim de semana foi lançado no Píer Mauá um novo salão do livro carioca, a LER. Fui para lá sem ter ideia do que ia encontrar e fui agradavelmente surpreendida por um evento bonito, arejado, cheio de boas ideias e com um jeito de feirinha artesanal. As grandes editoras ficaram restritas aos estandes das livrarias, e com isso as pequenas, que, em geral, somem na Bienal, ganharam destaque; a cenografia aproveitou a locação ao máximo e contribuiu com detalhes curiosos, como uma chuva de flores aqui, um teto de guarda-chuvas virados ali, quadros com perguntas provocadoras que eram respondidas pelos visitantes em papeizinhos coloridos autocolantes. Havia até uma exposição de encantadores vestidos de livros da Analu Prestes, que cria as coisas mais lindas em papel.

Perto de uma das entradas, duas divisórias formavam um recanto que lembrava uma biblioteca, com a imagem de estantes cheias de livros — mas ali havia mais do que folhas ilustradas coladas nas paredes. É que as lombadas exibiam QR codes que, capturados por smartphones, levavam a links de onde se podiam baixar as obras para um leitor Kobo, gratuitamente. Aquele espaço despretensioso, que à primeira vista parecia apenas decorativo, oferecia um verdadeiro tesouro para os visitantes.

Para mim, oferecia também um retrato, difícil de capturar, da convivência entre as duas espécies de livros com que convivemos. Depois de muita polêmica e até do temor de que, um dia, substituiriam os seus irmãos de papel, os e-books começam a se firmar não como ameaça a um universo estabelecido, mas como uma alternativa a mais para quem gosta de ler.

Na noite anterior à minha ida à LER, eu havia, por acaso, jantado com uma amiga editora. A certa altura, a conversa se desviou para os livros eletrônicos, que ela relutantemente confessou ler, mais ou menos como quem confessa uma traição. Hoje já não encontro mais quem não leia e-books — até minha mãe, que nos seus 92 anos nunca quis saber de computadores ou smartphones, é fã do Kindle, onde consegue aumentar o tamanho das letras.

Há alguns anos, quando os e-books apareceram, imaginava-se que eles tomariam todo o mercado, num fenômeno não muito diferente do que aconteceu quando a televisão surgiu, e os catastrofistas previram que ela ia acabar com o cinema. Este ano, pela primeira vez, as vendas de e-books caíram, mas o seu mercado continua forte: prevê-se que, em 2018, eles responderão por um quarto dos livros vendidos no mundo. Nos Estados Unidos, 13% dos leitores já leem mais e-books do que livros em papel, e 15% dizem ler mais ou menos a mesma coisa nos dois formatos. No Brasil, onde 30% dos entrevistados numa pesquisa realizada em meados do ano confessaram que jamais compraram um livro na vida, os e-books ainda têm um longo caminho a percorrer, sobretudo do ponto de vista da tecnologia: a maioria das pessoas sequer ouviu falar em leitores como o Kindle ou o Kobo.

Ainda assim, os e-books têm tudo para fazer uma boa ponte entre as pessoas que (ainda) não leem, e o mundo fabuloso dos livros. Cada smartphone ou tablet espalhado pelo mundo tem o potencial de virar uma biblioteca mágica, que acompanha o dono aonde for. Na LER, vi alguns adolescentes escaneando os QR codes das lombadas de mentirinha, e fiquei muito feliz — eles estão no bom caminho.


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vaticano vai aos céus com sua biblioteca digital



Tecnologia desenvolvida por agências espaciais será usada para armazenar a coleção do Vaticano

Mark Bridge | The Times
Tradução Livre

Roma. A Biblioteca do Vaticano está usando a tecnologia desenvolvida por agências espaciais para digitalizar sua coleção, que inclui quase 80 mil manuscritos medievais, bem como 1,1 milhões de volumes impressos.

A Agência Espacial Europeia disse que o sistema Flexible Image Transport System (FITS), desenvolvido com a NASA para armazenar imagens de satélite e outros dados científicos complexos durante centenas de anos, foi a escolha ideal para preservar os arquivos da Igreja Católica.

A Agência Espacial Europeia (ESA) vai continuar a sua parceria com a Biblioteca Apostólica Vaticana para preservar, gerir e partilhar a extensa coleção da biblioteca de documentos e textos.

A parceria entre as duas organizações segue um esforço de cinco anos para digitalizar a coleção da biblioteca utilizando um formato de arquivo especial chamado Flexible Image Transport System (FITS), que foi desenvolvido pela NASA e pela ESA na década de 1970. O FITS permite o armazenamento e o acesso universal, o que significa que os arquivos não terão que ser reformatados para acomodar tecnologias futuras.

Tanto a NASA quanto a ESA usam o formato de arquivo FITS para preservar os dados de várias missões espaciais e torná-los acessíveis às gerações futuras. Funcionários da ESA disseram em comunicado que a biblioteca do Vaticano e a ESA "estão enfrentando problemas muito semelhantes no que diz respeito à manutenção e exploração ativos de dados e podem conseguir um benefício mútuo em cooperar, complementando uns aos outros em lições aprendidas e experiências."

Métodos de conservação anteriores que foram utilizadas pela biblioteca do Vaticano envolveu a digitalização dos arquivos delicados, esses arquivos foram prensados contra uma placa de vidro, o que, inevitavelmente, as distorceu em algum grau. No entanto, o software FITS de scanner desenvolvido para o projeto Biblioteca do Vaticano funciona automaticamente para os diferentes ângulos e gera imagens mais precisas e planas.

Fundada em 1475, a Biblioteca Apostólica do Vaticano é uma das maiores coleções do mundo de textos históricos, com livros que cobrem história, direito, filosofia, ciência e teologia. Muitos dos documentos foram adquiridos antes do advento da imprensa; os mais velhos têm 1.800 anos de idade. Preservar e restaurar esta coleção tornou-se cada vez mais importante nos últimos anos, como eventos sísmicos, por exemplo, ameaçam a longevidade dos registros históricos, disseram no comunicado.

"A Biblioteca Apostólica Vaticana e a Agência Espacial Europeia são dois exemplos que atestam a abordagem de colaboração para o benefício global", Josef Aschbacher, diretor dos Programas de Observação da Terra da ESA,em comunicado. "Enquanto a Agência Espacial Europeia fornece informações globais sobre o estado do nosso planeta através de observações de satélite, a Biblioteca Apostólica Vaticana oferece uma única fonte de sabedoria que tem contribuído para o desenvolvimento da nossa sociedade e cultura."

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

USP cria acervo sobre obra de Guimarães Rosa


Banco possui mais de 4 mil títulos entre análises, livros, teses e dissertações

Um dos mais importantes autores da literatura brasileira, João Guimarães Rosa e sua obra são objeto constante de análises e pesquisas. Porém, até pouco tempo atrás, tudo que era feito sobre o autor acabava ficando difícil de ser localizado por se encontrar, em sua maioria, em publicações impressas. Isso mudou, porém, há uma semana quando a Universidade de São Paulo (USP) lançou um acervo digital com tudo relacionado ao escritor.


Com 4.079 títulos, o banco se estende entre teses, dissertações, periódicos, registros de eventos, livros, prefácios e textos. A estimativa é que o número cresça ainda mais, já que novos dados podem ser inseridos conforme forem produzidos ou informatizados. As obras de Guimarães, por sua vez, não estão disponíveis na plataforma.

A ideia é que o acervo permita que os pesquisadores e autores tenham fácil acesso ao que já foi publicado sobre o escritor e consigam compartilhar os seus conhecimentos, além de levar ao público trabalhos de alta qualidade que, até então, permaneciam inacessíveis.
Como o projeto foi feito por uma equipe pequena, possíveis equívocos nos dados, nas pesquisas e erros de digitação são passíveis de serem encontrados. O objetivo é que, conforme os documentos sejam lidos, os próprios colaboradores e pesquisadores indiquem as falhas para que haja a correção.


via Universia 

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Twoops : tweets deletados de políticos



Conheça o portal Twoops de tweets apagados por políticos. Um arquivo de declarações públicas apagadas por políticos brasileiros (deputados estaduais, vereadores e senadores). Explore os tweets que eles preferiam que você não visse.



sábado, 19 de novembro de 2016

As crianças e a necessária "dieta midiática"


Estudos científicos comprovam que a tecnologia influencia comportamentos através do mundo digital, muitos inadequados desde a primeira infância.

Eduardo Marcondes - O Progresso

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou há poucos dias um manual de orientação para médicos, pais, educadores, crianças e adolescentes que tem como tema "Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital". No manual são abordados os principais problemas ligados ao uso excessivo da tecnologia por crianças e adolescentes. Entre as consequências estão o aumento da ansiedade, a dificuldade de estabelecer relações em sociedade, o estímulo à sexualização precoce, a adesão ao cyberbullying, o comportamento violento ou agressivo, os transtornos de sono e de alimentação, o baixo rendimento escolar, as lesões por esforço repetitivo e a exposição precoce a drogas, entre outros. Estudos científicos comprovam que a tecnologia influencia comportamentos através do mundo digital, muitos inadequados desde a primeira infância.

Existem benefícios e prejuízos advindos dessas tecnologias. O desafio é saber usá-las na dose certa. Nestes contextos, o pediatra tem um papel central, pelo respeito e confiança que recebe das famílias, pode ser o agente de mudanças ao orientar os pais a agirem diante de cenários de risco. Os pediatras podem programar com as crianças e adolescentes e suas famílias um plano de "dieta midiática" de acordo com as idades e desenvolvimento cognitivo e maturidade Da mesma forma, é importante orientar as crianças e adolescentes a se protegerem e terem conhecimento e todos os riscos.Como em qualquer plano de reeducação física ou alimentar, não basta o alerta ou a orientação do pediatra. É preciso do engajamento de pais, responsáveis e de professores para que os bons resultados apareçam.

O documento da SBP se baseou em quase 30 pesquisas científicas nacionais e internacionais. As primeiras orientações do Manual chamam a atenção para o tempo de uso da tecnologia digital, também denominado tempo de tela . Neste contexto, a SBP pede que esse período seja limitado e proporcional às idades e às etapas do desenvolvimento cerebral-mental-cognitivo-psicossocial das crianças e adolescentes. Além disso, nós pediatras desencorajamos e pedimos para que seja evitado ou até proibida a exposição passiva às telas digitais, com acesso a conteúdos inapropriados de filmes e vídeos, para crianças com menos de dois anos, principalmente, durante na hora das refeições ou nas horas que antecedem o sono. Crianças entre dois e cinco anos também devem ter o tempo de exposição limitado: no máximo uma hora por dia. 

Até os seis anos de idade, a orientação é para que as crianças sejam protegidas da violência virtual, pois não conseguem separar a fantasia da realidade. Jogos online com cenas de tiroteios, mortes ou desastres e que ganham pontos de recompensa não são apropriados em qualquer idade, pois banalizam a violência como sendo aceita para a resolução de conflitos, sem expor a dor ou sofrimento causado às vítimas. 

Aos adolescentes, a recomendação também é para que não fiquem isolados em seus quartos. Além disso, é preciso equilibrar as horas de jogos online com atividades esportivas, brincadeiras, exercícios ao ar livre ou em contato direto com a natureza.

Capítulo especial é dedicado a nossa especialidade, a pediatria. Devemos aproveitar a consulta para avaliar, aconselhar e orientar sobre o tempo de uso diário das tecnologias e celulares, videogames e computadores durante a consulta e correlacionar com os sintomas apresentados por crianças e adolescentes; Avaliar hábitos de sono, alimentação, exercícios, comportamentos e condutas com os colegas na escola, além do rendimento escolar e da dinâmica familiar. Outra proposta é programar com as crianças e adolescentes e suas famílias um plano de "dieta midiática" de acordo com as idades e desenvolvimento cognitivo e maturidade e ainda incluir nos protocolos de atendimento as rotinas que permitam tanto a prevenção como o diagnóstico e tratamento dos danos à saúde física, decorrentes do uso abusivo das tecnologias digitais. O advento da tecnologia é irreversível. Cuidemos todos (pediatras, pais, professores) para que esse progresso seja saudável para as nossas crianças.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Pexels, buscador com milhares de fotos livres em alta resolução


O Pexels é uma espécie de “Google” para fotos de alta resolução que podem ser usadas livremente nos seus projetos. São mais de 25 mil fotos em alta e são adicionadas a cada mês pelo menos 3.000 novas fotos de alta resolução. Todas as fotos são enviadas por seus usuários ou provenientes de sites imagens livres escolhidos a dedo.

Para encontrar uma foto em alta no Pexels, você precisa pesquisar por palavras-chave. Tal como a maioria dos motores de busca, tem opções de pesquisa para que você encontre exatamente aquilo que procura.

Todas as fotos disponíveis são de domínio público, tendo licença CC0, ou seja, você pode fazer o que quiser com elas.

via Designers Brasileiros

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Bibliotecas buscam inovação na dinâmica entre livro e leitor

Espaços de leitura vêm integrando tecnologias capazes de atender demandas das diferentes áreas de estudo

Correio do Povo


Bibliotecas buscam inovação na dinâmica entre livro e leitor  | Foto: Ascom / PUCRS / Arquivo / CP       

A ideia de biblioteca como sala de leitura, numa estrutura estante-livro, se transforma. A dinâmica livro-leitor se atualiza. E os novos tempos dão vida aos acervos. Por isso, hoje, as bibliotecas são, estão ou buscam ser diferentes. Na universidade, a coordenadora da biblioteca da Feevale, Patrícia Valerim, define esse espaço como de aprendizagem e de legado além-acervo, composto de novas aquisições e procurando integrar tecnologias — como e-books, leitores e scaners digitais — capazes de atender às demandas dos diferentes cursos e das variadas áreas de estudo. Segundo ela, nos últimos tempos, as bibliotecas se projetam como local de convivência, compartilhamento, encontro entre estudantes e com professores, reunião de equipes ou grupos e/ou para estudo mais individualizado.

Patrícia anuncia novidades. A Biblioteca Central Paulo Sérgio Gusmão, no Campus II, com mais de 180 mil itens de acervo (133 mil somente livros), está sendo ampliada e, para o começo do próximo ano acadêmico, em 2017, já deverá oferecer ainda mais condições e tecnologias à comunidade acadêmica e do entorno, em Novo Hamburgo. Ao espaço, que hoje tem 2,5 mil m2, será incorporado um prédio anexo de 3,5 mil m2, totalizando 6 mil m2 de área útil com recursos, como equipamentos de autoatendimento e autodevolução, e permitindo, entre outros benefícios, autonomia nas devoluções de livros, até quando a biblioteca estiver fechada, disponibilizando o bibliotecário para oferecer maior ajuda, auxílio ou orientações ao público. “Hoje em dia, a leitura não está só no livro físico. A construção do conhecimento está em diversas fontes, como jogos, designs, games ou e-books”, assinala a coordenadora. Além da Biblioteca Central, a Feevale tem ainda a Biblioteca Gastão José Spohr, no Campus I, que reúne acervo às licenciaturas e voltado à Educação Básica, atendendo à Escola de Aplicação da Universidade. Ampliada em 2015, totalizando 742,49m², engloba a biblioteca infantil em um ambiente lúdico que desperta a curiosidade e instiga a criança a entrar no mundo dos livros.

Uma biblioteca acadêmica tem forte componente técnico e especializado, mas, segundo Patrícia, a leitura de lazer complementa e enriquece o leitor, que deve chegar com esse hábito formado, encontrando ali a oportunidade de expansão no mundo das letras, mas também precisa oferecer estímulo aos que não tiveram essa base nos anos escolares anteriores. Por isso, Patrícia ressalta que, por meio de projetos pedagógicos e de iniciativas das bibliotecas, a Feevale promove atividades e eventos, como troca-troca de livros, hora do conto, encontro às cegas, ações lúdicas, além de realizar empréstimos do acervo literário, gratuitamente, à comunidade. “A ampliação da biblioteca vem atender a uma demanda da comunidade acadêmica e a um ‘pensar o futuro’. A melhoria contribui, estrategicamente para o crescimento da Instituição e, principalmente, para a formação de alunos, sendo peça importante na busca da excelência acadêmica para a universidade Feevale”, destaca Alexandre Zeni, pró-reitor de Planejamento e Administração. 

PUCRS 

Considerada uma das mais modernas da América Latina, a Biblioteca Central Ir. José Otão da PUCRS, foi pioneira na adoção de sistemas para automação deste espaço, em 1993. Reinaugurada em 2008, na comemoração dos 60 anos da Universidade e dos 30 anos da biblioteca, reinaugurou suas instalações ampliando seu espaço físico através da integração de uma torre de 14 pavimentos à estrutura antiga.

Atualmente continua adotando sistemas para busca integrada no acervo, soluções de autoatendimento para serviços de empréstimo e devolução de livros e equipamentos de digitalização (scanners) de documentos. Para isto, utiliza a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID), que também auxilia na organização e controle do acervo físico. No tratamento técnico da informação adota modernos padrões internacionais como RDA (Resource, Description and Access) e CDD (Código de Classificação de Dewey).

Localizada no centro do Campus da PUCRS, com área total de 21 mil metros quadrados, a biblioteca Irmão José Otão é aberta ao público em geral e possui extensão na Faculdade de Medicina junto ao Hospital São Lucas da PUCRS. Com seus modernos e amplos espaços, recursos e serviços para a pesquisa e produção do conhecimento, incentiva o desenvolvimento de competências, difusão cultural e científica. Neste espaço, conta com computadores com acesso à Internet para consulta de recursos digitais, rede sem fio, empréstimo de notebooks para uso local, salas para estudo e equipamentos para autoatendimento.

A Biblioteca Central da PUCRS provê o acesso a 1.600.000 itens de informação, abrangendo livros impressos e digitais (e-books), teses e dissertações, obras raras, materiais multimídia e periódicos impressos e digitais. Para a comunidade acadêmica, além do empréstimo domiciliar e consulta ao acervo, também oferece orientação individual, por bibliotecários, para pesquisa e normalização e o apoio para produção documental.

UPF

Investir em ferramentas qualificadas que possibilitem aos acadêmicos e professores da Universidade de Passo Fundo (UPF) acesso a bases sólidas e atualizadas para o desenvolvimento de seus estudos e pesquisas é uma das prioridades da instituição. Em 2016, a Universidade renovou o acervo de mais de 19 cursos e programas de pós-graduação, o que representou a aquisição de aproximadamente 4,6 mil novos exemplares, distribuídos em toda a Rede — constituída por nove bibliotecas setoriais e uma central, com acervo de mais de 119 mil títulos e 317 mil exemplares de livros.

O acervo de periódicos é composto por cerca de 1,3 mil títulos correntes, somando quase 153 mil exemplares, além de aproximadamente 1,1 mil normas técnicas nacionais e internacionais. A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UPF conta com mais de 940 títulos, além de mais de 700s trabalhos de conclusão de curso (TCCs). “A Biblioteca Central atende a aproximadamente 1,3 mil usuários por dia, número que, em período de provas, aumenta de modo expressivo”, informa a supervisora de acervos multimídias da Rede de Bibliotecas, Laíde Cristina Mühl.

Além da atenção ao acervo físico, a Instituição investe na atualização constante do material disponível nas bibliotecas virtuais: a Biblioteca Universitária Pearson, a Minha Biblioteca e a EBSCO eBooks, nas quais são encontrados livros acadêmicos de várias editoras na íntegra. A Biblioteca conta ainda com o Acervo Especial Cesar Santos, um dos pioneiros na criação da UPF, com aproximadamente 10 mil exemplares de livros e periódicos. Outro destaque é o Acervo Literário de Josué Guimarães (Aljog), com mais de oito mil itens que ajudam a manter viva a memória do escritor gaúcho, que ajudou a consolidar uma das maiores movimentações culturais brasileiras, as Jornadas Literárias de Passo Fundo.

sábado, 12 de novembro de 2016

Quando a internet é a melhor biblioteca


Os 168 milhões de smartphones em uso no país são a principal forma de acesso à internet para o usuário doméstico, atestam os dados da Fundação Getulio Vargas. Nesse papel de porta de entrada para a internet, os smartphones se tornaram ferramenta indispensável para diversas atividades – inclusive a leitura.

Segundo o instituto Pew, o número de pessoas que leem em smartphones e tablets está crescendo continuamente, superando aparelhos específicos para leitura, como o Kindle, da Amazon. De acordo com o instituto, esse resultado demonstra que os celulares estão tornando a leitura digital mais acessível para a população.

Reflexos dessa popularização já podem ser vistos no mercado de publicações digitais. A atividade de e-publishing, que engloba livros, revistas e jornais digitais, está em franco crescimento. No Brasil, a expectativa é que o faturamento do segmento supere 435 milhões de reais, de acordo com previsões do instituto Statista. Espera-se ainda um aumento de cerca de 10% ao ano, resultando em um mercado valorizado em mais de 700 milhões de reais na próxima década.

O crescimento do segmento chama a atenção dos grandes players do mercado. O Grupo Abril, que edita VEJA, lançou em outubro o Go Read, plataforma de assinatura de revistas digitais que já conta com mais de 100 títulos disponíveis para leitura – todo o catálogo é disponibilizado ao usuário mediante pagamento de uma mensalidade única. As revistas podem ser acessadas por meio de um aplicativo.

A plataforma é a evolução de um produto já existente, o Iba Clube, que já apresentava crescimento considerável no número de assinantes – o faturamento da ferramenta aumentou 40% de 2014 para 2015.

A estratégia é semelhante à de outras empresas inseridas na economia on demand, composta por serviços e produtos digitais capazes de suprir uma necessidade ou um desejo do consumidor por meio do acesso imediato e conveniente. O sucesso das plataformas de streaming de filmes e séries, com milhões de usuários espalhados pelo mundo, não deixa dúvidas do potencial desse formato de consumo de conteúdo online.

Veja
via Blog do Galeno

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Palestra: Livros não somem, mudam.


Descrição: A Oddball - Creative Coworking trás para a São Paulo Tech Week uma discussão polêmica no mercado de Letras & Publicações sobre a relação de livros, revistas e outras publicações e os meios digitais. No formato de open-talk com startups que estão inovando no mercado, a Ubook, Kidint e o Árvore de livros vão compartilhar opiniões e contar como enxergam a inovação no meio, mediador por Thiago Gringon da Kreakatali.
Local: Oddball - Creative Coworking
Horário: 19h
Púbico Alvo: Profissionais e empreendedores de Letras e/ou publicações ou interessados

Os livros vão sumir? Mas e as revistas? Como será o mercado de publicação no futuro? 

O mercado de Letras & Publicações é um dos eixos mais antigos e tradicionais da economia criativa. Claramente, muitas coisas mudaram com tempo. No entanto, o crescimento do mercado de ebooks, audio books, livros digitais interativos, dentre outras inovações vem gerando debates polêmicos sobre os bisavôs feitos de papel e tinta. 

É nesse cenário que 3 startups de inovação no setor vão bater um papo mediado por um educador pra lá de criativo! Convidamos vocês a se envolver nesse painel e trazer também sua opinião. 

19:00 Abertura 

19:30 Painel com as startups

Ubook (Leonardo Sales)
Kidint (Bruno Sanovicz)
Árvore de Livros (João Leal)
Mediador: Thiago Gringon (Kreakatali)

20:20 Abertura para dúvidas da platéia

20:40 Desfecho e Networking entre os participantes
(Haverá cerveja a venda no local)

Esse evento faz parte da São Paulo Tech Week e foi organizado e realizado pela Oddball - Creative Coworking.

Saiba mais aqui:

São Paulo Tech Week
www.facebook.com/SaoPauloTechWeek/

LOCAL
Oddball - Creative Coworking
Rua Santa Cruz, 541 - Vila Mariana, São Paulo - SP, Brasil 
São Paulo, São Paulo 


INSCREVA-SE - https://www.eventick.com.br/livros-nao-somem-mudam 
Valor: Grátis
Organizador: Oddball - Creative Coworking

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Após 140 anos, jornal argentino em inglês Buenos Aires Herald imprime sua última edição diária


O Buenos Aires Herald, jornal diário de língua inglesa mais antigo da América Latina, está em transição para se tornar uma publicação semanal. A última edição impressa diária é do dia 26 de outubro.

Seguindo uma tendência observada ao redor do mundo, a edição impressa diária do Herald parece ser mais uma vítima das mudanças na oferta e no consumo de notícias, principalmente entre os jovens, que querem conteúdo digital e gratuito.

At the end of the day. Our editorial today is about our final edition as a daily newspaper. https://t.co/rtSpFooLhF pic.twitter.com/gz9cCI42Nf
— Buenos Aires Herald (@BAHeraldcom) October 26, 2016

Em um editorial publicado na edição final, o jornal escreveu: "O Herald vem enfrentando dificuldades por um bom tempo e, ainda que nossa nova encarnação tenha sido pintada como um novo desafio e uma oferta interessante para o mercado, seria tolice negar que uma mudança tão dramática não tenha vindo a um custo enorme, ou que não reflita também uma indústria da mídia em crise".

O texto indica a singularidade deste problema na Argentina, "onde as modificações na publicidade paga pelo governo, além de sua distribuição e da recessão, intensificam as mudanças rapidamente". O editorial cita estimativas sindicais que apontam que cerca de 2 mil jornalistas argentinos poderiam perder seus empregos este ano.

O jornal afirma que os funcionários ficaram sabendo no dia 19 de outubro da decisão final, tomada por maioria pelo Grupo Indalo, proprietário do veículo. Posteriormente, a maioria dos funcionários do Herald foi notificada da perda de seus empregos, acrescentou o editorial.

O colunista Marcelo J. García escreveu na edição de 26 de outubro que, além de ser afetado pela transformação digital das notícias, "o Herald foi também uma vítima da guerra midiática irracional da Argentina."

Ele comentou que "a imprensa argentina [...] tem estado muito ocupada ao longo dos últimos anos com sua própria batalha fratricida de facções, em vez de se concentrar na guerra maior, da sobrevivência pela aliança." Ele também destacou a dependência de publicidade oficial, que é "distribuída de forma arbitrária."

Analisando a mudança da diretoria do veículo na última década, García observou que, uma vez que o Grupo Indalo assumiu em fevereiro de 2015, a corporação levou um "ano e meio para acabar com a tradição da redação do jornal, sem realmente lutar para salvá-lo”. O Grupo Indalo é uma empresa argentina cujos negócios estão inclusos nas áreas de mídia, petróleo e alimentos, entre outros.

A edição semanal do jornal começará no dia 4 de novembro, mas não há outras informações sobre o futuro do Herald, disse García.

Funcionários do veículo, bem como trabalhadores da revista Ámbito Financiero e do jornal El Argentino, ambos pertencentes ao Grupo Indalo, divulgaram um comunicado expressando solidariedade com os 14 colegas demitidos do antigo jornal diário.

El Grupo Indalo despide a 14 compañeros del Buenos Aires Herald y sigue sumando preocupación en los trabajadores https://t.co/dpwFvpmSph
— Sindicato Prensa BA (@sipreba) October 26, 2016

Os jornalistas criticaram a recente exibição de anúncios para explicar o fim da edição diária. A campanha tinha a mensagem "Boa notícia, é sexta-feira". Como observado pelo site argentino The Bubble, alguns funcionários alteraram as propagandas para "Boa notícia, você está demitido" e penduraram os anúncios modificados no escritório.

O grupo de jornalistas insatisfeitos pediu o fim das demissões nas empresas de mídia e o "pleno exercício da liberdade de associação".

O Herald foi fundado em 1876 pelo imigrante escocês William Cathcart e começou como um semanal de apenas uma página, segundo o site do jornal. A publicação passou a ser semi-diária no ano seguinte, depois que o veículo passou às mãos do americano D. W. Lowe. Em seguida, o jornal começou a sair mais regularmente a partir de 1913. O Herald passou por várias mudanças de proprietários e editores ao longo dos anos, que desempenharam diferentes papéis nas negociações políticas e foram alvos da repressão do governo, como explicado no site.

O jornalista Robert Cox foi editor do Herald durante os anos de "Guerra Suja" (1976-1983), e agora é celebrado por suas críticas ao regime e por trabalhar na revelação de violações dos direitos humanos, incluindo desaparecimentos forçados. Cox foi obrigado a se exilar devido a esta cobertura. O jornal foi premiado com o prestigiado Prêmio Maria Moors Cabot em 1976 de melhor cobertura na América Latina.

De acordo com o Grupo Ámbito, 60% controlado pelo Grupo Indalo, o Herald tem mais de 160 mil usuários únicos e 1 milhão de visitas em seu site por mês. A circulação diária é de 29 mil de segunda a sábado e de 35 mil no domingo.

via Journalism in the Americas


GifCities preserva todos os GIF da história da Internet


Temos assistido nos tempos mais recentes à recuperação de formatos de ficheiros ou até mesmo funcionalidades que nos remetem para a era dos PC da década de 80 e 90, assim como para os primórdios da Internet.

Os GIF, imagens que proporcionam alguns segundos de animação, tiveram o seu apogeu com o surgimento da Internet, e foram recurso usado (às vezes excessivamente) nas páginas da GeoCities, o primeiro serviço de alojamento de páginas de Internet grátis.

Hoje em dia os GIF voltam a fazer furor e a servir para ilustrar milhões de conversações em cada segundo nas mais variadas redes e sites. Para ajudar a recuperar os melhores GIF de todos os tempos o site GifCities, divisão do conhecido repositório The Internet Archive, conta com os melhores conteúdos de todos os tempos e que não serão perdidos algures nas intermináveis redes de cabos que unem os computadores e outros dispositivos similares por todo o mundo.

Este projeto especial nasceu por ocasião da celebração dos vinte anos do The Internet Archive, e conta com mais de 4,5 milhões de GIF oriundos da base de dados da GeoCities, contando cada uma destas imagens com o link para a página onde se encontrava alojado.

Fonte: Mais Tecnologia

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Buscadores acadêmicos para pesquisas


Veja uma lista dos melhores buscadores acadêmicos para realizar um trabalho ou pesquisa acadêmica.

Ao desenvolver uma pesquisa ou trabalho para a universidade, os alunos devem ter recursos e fontes suficientes para obter as informações necessárias para a preparação dos conteúdos. Dada a quantidade de informações que circulam na Internet, é difícil de saber quais são as fontes mais confiáveis ao selecionar o material. Felizmente, os buscadores acadêmicos que podem oferecer conteúdo de qualidade que procuram, preparada por universidades e especialistas.

Uma vez selecionado o tema a ser abordado na pesquisa, o vital é ter bom senso ao escolher fontes, separando-as em dois grupos: fontes primárias : as que contêm informações original e fontes secundárias : aquelas que contêm informações reelaboradas e sintetizadas.

As fontes secundárias são mais fáceis de encontrar na Internet, só precisamos inserir algumas palavras-chave no Google para obter milhões de resultados, mas para encontrar fontes primárias devemos contar com buscadores especiais, como buscadores acadêmicos, usados para encontrar conteúdo de autores e especialistas, e são a base de qualquer investigação.

Se você está elaborando uma pesquisa ou trabalho acadêmico e precisa de material para entender o problema, gerar um ponto de vista próprio e fazer um conteúdo crítico de qualidade, nós trazemos alguns buscadores que serão muito úteis.

Academia.edu: é atualmente um dos buscadores acadêmicos mais populares, que funciona como uma comunidade onde o conhecimento é compartilhado. Pesquisadores e especialistas compartilham o seu trabalho para que outros possam ler, também permite acompanhar os usuários de acordo com os interesses.

Eric: funciona como uma biblioteca virtual especializada, onde os pesquisadores podem encontrar artigos, revistas e obras de especialistas das mais diversas áreas. É uma iniciativa do Instituto de Ciências da Educação do Departamento de Educação dos Estados Unidos.

Redalyc: Esta é a Rede de Revistas Científicas da América Latina e do Caribe, Espanha e Portugal, uma biblioteca virtual com milhares de publicações e obras de literatura. Contém diferentes seções para uma pesquisa mais eficaz, podendo até mesmo criar um perfil para identificar determinado conteúdo.

ISeek: é uma plataforma abrangente que hospeda milhares de recursos e materiais de universidades, agências governamentais e diferentes ONGs. Ele funciona com um buscador muito preciso, que pode ajudá-lo a encontrar conteúdos e publicações sobre temas específicos.

Science Research: Este é um dos buscadores mais específicos, que evita a duplicação de conteúdo, ajudando a separar o conteúdo original do que não é. Contém buscas avançadas para encontrar materiais em vários formatos e publicações, bem como pesquisas por autores.

Dialnet: é um buscador, que funciona como uma biblioteca, abrigando materiais mais relevantes para acadêmicos, pesquisadores e jornalistas. Através dele você pode encontrar teses, revistas, conferências e vários conteúdos acadêmicos de qualidade, separadas por assunto e tipo de publicação. 

Fonte: Universia México
Tradução livre

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A Web 2.0 na informatização de bibliotecas: um estudo propositivo


PontodeAcesso, Salvador, v.10, n.2, p.17-38, ago. 2016 

Fernanda Maciel Rufino, Márcio Bezerra Da Silva

Investigação que estuda a aplicação de recursos da Web 2.0 na informatização de bibliotecas, com enfoque nos sistemas de automação de biblioteca (SAB). Apresenta um referencial teórico formalizado por dois objetos de investigação da tecnologia da informação (TI): Web 2.0 e exemplos de recursos, e SAB e seus paradigmas (livre e proprietário). Objetiva-se, de forma geral, analisar o uso de recursos da Web 2.0 nos SAB. Adota como percurso metodológico as técnicas de pesquisa exploratória e bibliográfica, e como campo de estudo o SAB proprietário Pergamum, utilizado na Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE/UnB). Apresenta como resultados da pesquisa a flexibilidade e a colaboração social como as caraterísticas da Web 2.0 que mais se deflagraram nas proposições de ferramentas a serem implementadas, sendo estas a nuvem de tags, Youtube, Facebook, Twitter, Skoob, Really Simple Syndication (RSS), além de um espaço específico para avaliação, compartilhamento e recomendação de materiais. Conclui-se que o bibliotecário precisa estar atento ao uso de inovações das TI nos produtos e serviços oferecidos em suas bibliotecas, especialmente no ambiente digital como os e-commerces e na iniciativa da Biblioteca da Universidade de Caxias do Sul (UCS) em disponibilizar o seu catálogo, também da rede Pergamum, no Facebook.

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Imagem: Internet