terça-feira, 27 de setembro de 2016

1º Congresso Nacional de Leitura #viaweb


Para pessoas como você, que acreditam no poder de transformação dos livros na vida das pessoas, e nos lugares em que elas vivem, é que está sendo organizado o Conaler 2016, 1º Congresso Nacional de Leitura, exclusivamente #viaweb! Será na Semana Nacional de Leitura (11 a 16/10/2016) e com duas vantagens: 100% online (o que significa mais comodidade para você assistir e participar, de qualquer computador ou celular conectado à internet) e 100% gratuito.

Grandes especialistas nacionais e estrangeiros vão conversar com você sobre livros, leitura, ideias criativas do mercado editorial para superar crises e as dificuldades de sempre e, naturalmente, por que o livro e a leitura devem ser tratados no Brasil como uma política de estado.

O Conaler 2016 também é para editores, livreiros, distribuidores, agentes literários e todos aqueles que se interessam pelo tema. Com casos concretos que vão mostrar a vocês como editores, livreiros, distribuidores, escolas, bibliotecas e ONGs estão fazendo para, na prática, mais do que dobrar os indicadores de leitura.

Como as vagas para o Conaler 2016 são limitadas, faça já sua inscrição bem como a de outras pessoas que considera importantes que tenham mais informações e conhecimento para melhor desempenharem suas atividades.

Inscreva-se clicando (ou cole no seu navegador) no link abaixo:
www.conaler.org.br/cbl


via Publishnews

Van Gogh em detalhes


Museu disponibiliza online obras do autor em alta resolução, permitindo observar e apreciar as pinceladas do artista

Expressivas, ágeis e inconfundíveis, as pinceladas de Van Gogh impressionam pelo movimento e composição que criam em suas obras. Quem gosta do artista agora pode observar, bem de perto e em riquíssima resolução, um acervo com mais de mil obras do pintor pós-impressionista holandês, disponibilizadas para download pelo site do Museu van Gogh, em Amsterdã. A produção inclui autorretratos, desenhos e pinturas, principalmente a dos camponeses, de girassóis e paisagens, temas recorrentes em seus quadros. Entre eles está o Campo de Trigo com Corvos (acima), a última obra de Van Gogh. Ele morreu em 1890, aos 37 anos, dois dias depois de ter dado um tiro em si mesmo. O acervo é uma oportunidade de contemplar a beleza da obra de um artista que, em vida, vendeu apenas um quadro, e teve sua genialidade reconhecida somente depois de sua morte.

Van Gogh Museum.

via Vida Simples

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Tem algo (muito) errado no seu celular


Série de ficção investiga o lado oculto da vida conectada - e descobre um futuro tão assustador quanto verossímil

Uma pesquisa feita no ano passado descobriu que ficamos quase 11h por dia, em média, olhando para telas: do computador, do celular, da TV. Quando não estamos no trânsito, dormindo, comendo ou tomando banho, estamos olhando para uma tela. Mas essa simbiose com a tecnologia não é só alegria - também pode ter efeitos imprevisíveis, e sinistros, sobre nós. Essa é a premissa de Black Mirror, série cuja nova temporada estreia este mês. O fluxo ensurdecedor de dados, a ditadura das redes sociais, o entretenimento obtuso e bruto, a escalada do ódio online e offline - como tudo isso já acontece hoje, e como pode ficar. Black Mirror é uma pancada. E o mais impressionante é perceber como é real.

Black Mirror, estreia em 21/10 no Netflix.

Fonte: Revista Superinteressante

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Documentary Addict: a maior biblioteca online de documentários


Site reúne mais de 5 mil documentários gratuitos.

Mário Rui André | Shifter

Documentary Addict é um portal onde encontras mais de 5 mil documentários, a que podes assistir gratuitamente. O catálogo é vasto e incluí títulos da VICE e BBC. Os conteúdos estão alojados no Vimeo ou YouTube, pelo que o Documentary Addict é um site 100% legal.

Os documentários encontram-se organizados em várias categorias, dezenas delas, de drogas a biografias, sem esquecer música, ambiente, economia, guerra, religião, filosofia, sexo, tecnologia… Podes ainda navegar pelas listas de melhores documentários, onde encontras os 50 melhores classificados, os 50 mais vistos e os obrigatórios de 2015, por exemplo.

Se navegar em categorias não é contigo e preferes algo aleatório, o Documentary Addict pensou em ti e mostra-te 8 documentários casualmente selecionados cada vez que pressionares um botão.

Apesar de os vídeos estarem alojados em plataformas externas como o Vimeo e o YouTube, no Documentary Addict tens acesso a uma ficha completa sobre cada filme, assim como uma classificação de 1 a 10. O Documentary Addict funciona mais como um motor de busca especializado que como um serviço de streaming em si.

Quando tiveres umas horas livres, já sabes: documentaryaddict.com. Podes também pelo site Films For Action, que tem em catálogo mais de 3 mil filmes, documentários e vídeos que também podes ver online de forma gratuita.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

De volta ao papel e às canetas-tinteiro


Estou convencido de que as canetas-tinteiro e o papel trouxeram-me uma conexão parcialmente perdida entre meus pensamentos e a linguagem, a elaboração do texto.

por Rodrigo Gurgel*

Tenho a mania terrível de ir na contramão do meu tempo. Na verdade, não é terrível, mas salutar. Há formas de pensar, valores, livros, comportamentos, hábitos que, hoje, começam a ser esquecidos, mas não perderam sua importância. Podem inclusive estar completamente esquecidos por alguns, mas continuam emitindo sinais inquestionáveis de que, se recuperados, têm o poder de melhorar nossa vida.

Sou um aficionado da tecnologia. Um novo software — que esteja ligado, de alguma forma, à escrita ou à leitura — sempre me atrai. E, graças à tecnologia, meu trabalho se tornou, nos últimos anos, menos cansativo, pois pude suprimir etapas que me faziam perder tempo — como copiar, para um arquivo Word, as anotações com que sempre preencho os livros que leio. Leitores de e-books tornaram-se não só úteis, mas indispensáveis.

Entretanto, a onipresença do teclado me incomodava. O distanciamento de uma forma de escrita que me obrigasse a desenhar as palavras pareceu-me, a partir de certo momento, uma perda estética — ainda mais para mim, que sempre apreciei as canetas-tinteiro, a textura dos diferentes papéis, o odor e as cores das tintas. Havia uma perda sensorial que me perturbava.

O que era uma impressão vaga, desconforto impreciso, ganhou corpo quando li o estudo de Pam A. Mueller e Daniel M. Oppenheimer a respeito de como tomar notas em laptops resulta num processamento mais superficial das ideias. No primeiro momento, desconfiei do estudo — não seria mais uma conclusão apocalíptica? Depois, refletindo, comparando as conclusões dos pesquisadores ao que tantos escritores afirmam, comecei a questionar meu julgamento: não, concluí, voltar a escrever com canetas-tinteiro não se tratava apenas de nostalgia, ainda que esse sentimento estivesse presente.

A única forma de descobrir os efeitos da escrita à mão seria voltar aos velhos instrumentos — e quando decidi fazê-lo, percebi que, sim, eu desenvolvia as ideias com mais facilidade, com maior rapidez. O texto brotava com uma celeridade que eu havia esquecido.

Pode parecer pedante, mas reutilizar a caneta-tinteiro, ver o desenho das letras no papel, alimenta uma espécie de prazer. Tudo me parece mais real, mais vivo.1 Estou conectado ao meu próprio eu de uma forma mais clara, mais intensa. A própria cadência da mão sobre o papel, desenhando os sinais que me acompanham desde a infância, quando minha mãe ensinou-me a escrever em pedaços de papel polvilhados de farinha, tudo me torna mais produtivo, mais próximo da minha índole. A escrita deixou ser um ofício, ofício de que me orgulho, para ser também uma forma de aconchego.

Estou convencido de que as canetas e o papel trouxeram-me uma conexão parcialmente perdida entre meus pensamentos e a linguagem, a elaboração do texto. Escrever à mão talvez produza outros tipos de sinapses. Ou talvez eu esteja apenas sonhando. Mas meus escritos, com certeza, agora refletem melhor minha personalidade.

* escritor, editor e crítico literário.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Buscador dá acesso à bibliografia científica


O trabalho de pesquisa é uma das principais etapas na produção científica. É a etapa em que se constrói a base de toda argumentação teórica. Lembrando desta responsabilidade que o pesquisador deve ter com sua tese, o professor do Departamento de Filosofia e Métodos da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Flávio Leal, teve a ideia de criar um buscador online de artigos científicos. Com pouco mais de um ano de existência, o empreendimento já é utilizado em diversos países.

O BuscadorCoruja.com permite acesso gratuito à bibliografia científica. Criado em 2015, o site já contabiliza mais de 94 mil acessos de todo o mundo. Indo além dos limites geográficos brasileiros, o uso majoritário vem de países lusófonos, ou seja, que falam a Língua Portuguesa, como os países africanos Moçambique e Guiné-Bissau.

No total são 20 países e 792 instituições de Ensino Superior pelo mundo. Segundo o criador, o segredo para o sucesso é o público não se restringir somente à comunidade acadêmica, mas também as locais.

Para acessar, você pode optar por criar um cadastro, que permite que você – além de buscar e acessar – também possa salvar as pesquisas que mais te interessam para consultas posteriores. Além disso, o aplicativo para smartphones também é uma novidade. Ele está disponível para download na Google Play (para aparelhos Android).

São mais de 3,6 milhões de teses e dissertações, 351 bibliotecas digitais, 4,5 mil revistas digitais e quase um milhão de artigos científicos disponíveis utilizando as mais variadas áreas do conhecimento. 


via Gazeta de São João del-Rei 

Universidade lança portal com dados abertos sobre agrotóxicos no País

Página inicial do Portal alimentado por diversas organizações no País.

Revista Brasileiros

Lá, é possível saber que o Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxico do mundo e ainda acessar dados sobre transgênicos e produção orgânica

Talvez você não saiba, mas o Brasil é um dos países onde mais se consome agrotóxicos no mundo. Em volume, só em 2014 foram comercializadas mais de 914 mil toneladas de agrotóxicos por aqui. No ano passado, as vendas de pesticidas em 2015 totalizaram US$ 9,6 bilhões.Essas são algumas das informações disponíveis no Portal de Dados Abertos sobre Agrotóxicos , desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pelo Grupo de Engenharia do Conhecimento (Greco).

Instituições como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva) fornecerão dados para o portal. Os números serão divulgados com fácil acesso, em formatos que possibilitem a reutilização dos dados.  “Hoje, alguns dados não são publicados, ou são, mas em formato PDF [Portable Document Format], por exemplo, o que dificulta a leitura por computadores e sua divulgação”, diz Maria Luiza Machado, uma das coordenadoras do Greco e professora no Departamento de Ciência da Computação da UFRJ. 

O projeto, que também incluiu a criação de um Observatório de Atenção Permanente ao Uso de Agrotóxicos, foi contemplado pela FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro). A campanha visa combater a utilização de agrotóxicos e a ação de suas empresas (produtoras e comercializadoras), apontando as contradições geradas pelo modelo de produção baseado no agronegócio.

A iniciativa atende à necessidade de transparência em relação aos dados de interesse público, formalizada pela Lei de Acesso à Informação, cujo decreto ocorreu em 2012. 

Com a contribuição do portal e o avanço da pesquisa sobre agrotóxicos no Brasil, espera-se ter subsídios para responder, com mais precisão, à pergunta: o quanto de agrotóxicos um brasileiro consome, em média, em seu prato de comida?

De acordo com os pesquisadores, ainda faltam dados consistentes para desvendar essa questão, mas as expectativas não são animadoras. “Não conseguimos reunir dados atualizados, mas, em 2008, a indústria de agrotóxicos divulgou com muito orgulho que o consumo per capita foi de aproximadamente 5,2 litros de agrotóxicos naquele ano”, diz Alan Tygel, pós-graduando na UFRJ e mentor da ideia do portal. 

Ainda, no Portal de Dados Abertos sobre Agrotóxicos podem ser pesquisados conjuntos de informações sobre a comercialização de agrotóxicos, a produção orgânica, conflitos gerados pelo agronegócio, o registro de intoxicação, a produção de transgênicos, doenças relacionadas à agrotóxicos e outras informações. 

Com informações de FAPERJ 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Pesquisa aponta interesse de brasileiros com a leitura


Pesquisa aponta interesse de brasileiros com a leitura. Brasileiros têm lido mais graças à internet, mas o amor pelo papel continua forte e, às vezes, é o modo mais indicado para a leitura

Milleny Cordeiro | O Hoje

As limitações são muitas: falta de tempo, impaciência, poucas bibliotecas, preços altos e, obviamente, a negação à leitura. No entanto, o brasileiro tem lido mais. É o que mostrou a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, coordenada pelo Instituto Pró-Livro, executada pelo Ibope e divulgada em maio deste ano. O levantamento mostra que de 2011 a 2015, o número de leitores aumentou 6 pontos percentuais. São 104,7 milhões de adeptos à leitura, 56% da população. 

O estudo também demonstra que a tecnologia, aliada à internet, tem ampliado as possibilidades de leituras e contribuído para o seu crescimento, principalmente entre os jovens de 18 a 24 anos. De acordo com a pesquisa, a proporção de leitores usuários de internet é relativamente superior (81%) a proporção de usuários de internet na população em geral (63%), além disso, mesmo com a presença de leitores digitais, como o Kindle e Kobo, tem-se lido mais em celulares e smartphones (56%).

A professora de inglês Beatriz da Silva Oliveira, 21, é uma amante de literatura, amor que se intensificou na adolescência e a fez comprar livros desde então. No entanto, a leitura não se limitou apenas às páginas de papel, e os livros digitais também ganharam o seu espaço. Beatriz é adepta do Kindle desde 2014, um aparelho que permite a compra, download e a leitura de livros digitais. “Eles são muito práticos e permitem levar vários livros para qualquer lugar”, diz. 

Escolhas

Para a estudante de jornalismo Maria Ritha Ferreira, 21, quanto mais sujos, antigos e maltrapilhos for os livros, melhor! Claramente ela prefere “milhões de vezes” o livro físico, pois ele oferece ao leitor uma experiência sensorial que não é possível sentir ao folhear, ou melhor, passar as páginas digitais. Beatriz concorda que os livros de papel despertam outros sentidos no corpo humano e, para ela, “poucas coisas no mundo têm cheiro melhor do que de livro novo”. 

Os livros físicos e digitais estão aí para serem escolhidos e utilizados mais em conjunto do que separados, não se trata de uma disputa, mas de completude. É claro que os dois sempre estarão sob escolhas e preferências, mas ambos trazem as suas vantagens e contribuições aos leitores. Beatriz faz uma leitura alternada, a escolha por um ou por outro dependerá muito da situação, “se encontro o livro por um preço razoável e posso compra-lo, opto pelo físico. Se não, baixo pela internet e leio no Kindle”. 

Sempre que pode, Maria Ritha faz uso dos livros de papel, isso porque as telas “luminosas” as angustiam. “Essas tecnologias estão sempre dependendo de cabos, tomadas, limites de tempo, a sensação de estar presa não me atrai”. Por outro lado, ler livros digitais pode simbolizar a aquisição de conhecimento a custo baixo para aqueles que não podem pagar por livros físicos, principalmente na academia.

Como graduada em letras, Deborah Oliveira, 23, prefere degustar uma boa leitura em livros de papel. Como designer de conteúdo EaD (Ensino à Distância), ela reconhece a relevância dos ebooks. O seu trabalho está voltado para o desenvolvimento, edição e configuração de materiais onlines, como livros e apostilas. Ela defende que o educador precisa saber a hora de usar um ou outro e que é ganho para qualquer um se adaptar ao papel e à tela, o importante é alcançar o objetivo principal, seja a informação, formação, educação e/ou construção. 

Leitura virtual exige concentração

Qualquer pessoa com acesso à internet e que tenha um gosto mínimo pela leitura já deve ter procurado em mecanismos de buscas “tal livro em PDF”. É rápido, fácil e sem maiores custos. O grande número de material disponível pode ser acessado pelo celular a qualquer momento e isso significa, para Beatriz, um incentivo maior à leitura. Deborah também acredita que, de modo geral, as tecnologias têm contribuído para o hábito da leitura, mas ela chama a atenção para a disciplina do leitor nesses casos. 

Ler em celular é uma prática que pode ser constantemente interrompida, isso porque o número de informações que chegam a todo momento ameaça o foco do leitor. “Se falamos de um jovem que não consegue se concentrar, por exemplo, as plataformas virtuais não seriam apropriadas até que esse jovem saiba administrar suas prioridades”, afirma a professora. Deborah acredita que a tecnologia por si só não é capaz de administrar o que é lido e que, às vezes, é necessário optar por um livro de papel.

Qualidade

É inegável o quanto somos bombardeados com materiais e informações o tempo todo pela internet. Tal situação provoca em Débora uma preocupação não só mais com a quantidade e frequência em que lemos, mas a qualidade e profundidade do que lemos. 
Ela reconhece que o público mudou e, logo, o produto livro também. “Há muita coisa boa sendo produzida na contemporaneidade, mas duvido de que as coisas mais lidas sejam de fato as melhores”, afirma. Além disso, a “era da instantaneidade” provoca nas pessoas o mínimo de esforço para compreender algo ou se aventurar em textos densos. 

Amor

Maria Ritha e Beatriz Oliveira nutrem o amor pela leitura desde a adolescência. A primeira se denomina “piolho de biblioteca”; a segunda é apaixonada por eventos literários e tenta acompanhar todos os possíveis. Ambas reconhecem a importância da tecnologia na literatura, mas não ficam sem um livro impresso em mãos. Seja em tela ou em papel, as palavras são as mesmas, as emoções podem ser diferentes e é o amor pela leitura que move tudo isso.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Não, a internet não está matando o livro impresso

Livro impresso: 65% ainda preferem esse formato, de acordo com a pesquisa.

Diogo Max, de EXAME.com

Sabe aquela quase certeza que o e-book vai acabar com o livro impresso? Uma pesquisa publicada nesta semana pelo Pew Research Center parece abalar essa "máxima".

Mesmo com todos os recursos digitais do mundo moderno, os livros impressos continuam muito mais populares do que os e-books nos Estados Unidos, um dos maiores mercados consumidores.

Desde 2012 praticamente não há uma variação expressiva no universo de consumidores de livros por lá.

Isto é, se naquele ano 74% dos americanos afirmaram ter lido uma obra nos últimos 12 meses, em 2016 esse número chega a 73%. Praticamente a mesma coisa.

Vale lembrar, contudo, que, em 2011, esse indicador atingia 79%.

E, quando um americano decide comprar um livro, é muito mais provável que ele o faça no formato impresso, ao invés do digital.

Ou seja, 65% ainda preferem o livro impresso, enquanto 28% adquirem o e-book e 14% o áudio-book.

E tem mais: quem decide ler um livro no formato digital o faz muito mais no tablet ou smartphone do que em um dispositivo apenas para ler e-books, como é o caso do Kindle tradicional.

Segundo o Pew Research Center, a parcela de leitores nos tablets praticamente triplicou em relação a 2011 e que a fatia desses consumidores nos smartphones dobrou sobre aquele ano.

A pesquisa foi feita por telefone com 1.520 adultos americanos, entre 7 de março e 4 de abril de 2016. 

Ah, e antes que você pergunte: os americanos leem uma média de 12 livros por ano.

De acordo com o centro de pesquisa, esse número também não mudou muito desde 2011.

Já no Brasil, em uma pesquisa de metodologia diferente, o Instituto Pró-Livro constatou que, em 2015, a média de obras lidas pelo brasileiro é de quase 5 por ano. Em 2011, a média era de 4. 

Em vez de pokémon, biblioteca portuguesa fomenta leitura com caça aos livros


María Cester | EFE
via UOL

Caçar livros ao invés de pokémon tem sido o método utilizado pela biblioteca mais antiga de Lisboa, que organiza uma captura de 2.500 livros por toda a cidade, para reativar o interesse pela leitura.

Este pioneiro projeto, que acontece até o próximo dia 15, é organizado pela Biblioteca Municipal de São Lázaro e espalha de 50 a 60 livros por dia em parques, jardins, bancos de praça e espaços públicos de Lisboa, que ficam ali à espera de serem achados por pedestres curiosos.

Bibliotecária e coordenadora do projeto, Joaquina Pereira explicou à Agência Efe que a iniciativa foi testada antes dentro da própria biblioteca, mas só alguns associados participaram, por isso eles decidiram colocar os livros nas ruas e à disposição de todo o mundo.

Joaquina defende que o principal objetivo da ideia é "fazer um contraponto" à sociedade atual, marcada pela tecnologia e pela internet, e conseguir fazer com que as pessoas voltem a desfrutar do prazer de ler um livro.

"Queremos que todo mundo tenha acesso aos livros, que os levem pra casa, aproveitem e retomem ou iniciem o gosto pela leitura", afirmou.

Os 2.500 livros incluídos na atividade são de gêneros variados, de romances a livros infantis, todos eles de autores reconhecidos das literaturas portuguesa e internacional e de diversas gerações.

Os volumes são organizados logo no início do expediente, divididos em sacolas com 20 exemplares de gêneros variados e, ao longo da manhã, os funcionários os distribuem pelas áreas mais movimentadas do entorno da São Lázaro.

A seleção dos livros para o projeto foi feita com base em critérios de catalogação. Segundo Joaquina, as obras que entram no projeto "são edições antigas que já não preenchem os requisitos para estar nas bibliotecas de hoje em dia".

Assim, com a entrega gratuita, a iniciativa fomenta, por um lado, o interesse pela leitura e, por outro, permite que se reciclem livros que já não têm espaço nas bibliotecas municipais da cidade.

Todos os exemplares distribuídos vão acompanhados de um folheto na primeira página com a mensagem "Leve-me contigo" e que convida os que o recolhem a saborear o livro e a visitar a biblioteca depois para possíveis novos empréstimos.

Até o momento, a proposta teve boa aceitação no bairro e desde que começou mais da metade dos exemplares separados pela organização já foram distribuídos.

Erguida em 1883, no bairro de Arroios, a São Lázaro é considerada a biblioteca municipal mais antiga de Lisboa e possui mais de 5.200 volumes em suas prateleiras publicados entre o século XVII e o século XX em português, francês e espanhol.

A principal sala ainda mantém a mobília original, mas todo o restante do edifício foi reformado em uma obra que levou seis anos (2000 e 2006).

Esta é a primeira vez que Portugal promove um projeto que incentiva o interesse pela leitura aproximando público e obras em espaços públicos.

De acordo com dados da consultoria GfK Entertainment, em Portugal - um país com 10,5 milhões de habitantes - aproximadamente 12,5 milhões de livros foram comprados em 2015, o que representa uma despesa de 147 milhões de euros, 3% a menos do que em 2014. 

Grandes livrarias resistem ao crescimento do mundo digital e oferecem experiências novas


Mesmo com a queda recente nas vendas, as grandes livrarias resistem e se renovam. Os espaços oferecem ao cliente leitor, um número cada vez maior de novas experiências. Em entrevista à GloboNews, Rui Campos, sócio da Livraria da Travessa afirma que para ser uma boa livraria tem que se ter um bom acervo e atendimento. “Esses dois fatores são os grandes investimentos da livraria”. Como não há nenhuma escola de livreiros no país, a formação acaba acontecendo no dia a dia durante o trabalho. Todos os meses, a livraria recebe em média 5 mil novidades e isso em um momento em que o mercado não mostra números tão favoráveis. Sem considerar as compras feitas pelo governo de livros didáticos, de 2014 para 2015, o número de livros vendidos caiu 8%. Ou seja, é preciso se reinventar para segurar e conquistar antigos e novos leitores. Depois de um ano fechada, a tradicional Livraria Leonardo Da Vinci foi reaberta. "Nós oferecemos um novo espaço agora com muito mais conforto, mais serviços e mais amplo. Eu diria que é um lugar real, onde você encontra livreiros que entendem de livros, variedade de livros e variedade de editoras e isso pode dialogar com boa parte dos leitores", completa Daniel Louzada, dono da Livraria Leonardo Da Vinci.

via Publishnews
Fonte: GloboNews
Para assistir o vídeo, clique aqui.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Mais de 260 mil obras digitais da Biblioteca do Senado podem ser baixadas gratuitamente pela internet


A Biblioteca Digital do Senado, que em dois meses completará dez anos de existência, disponibiliza para download gratuito na internet mais de 260 mil documentos. O acervo digital reúne, entre outros itens, livros, obras raras, artigos de revistas, notícias de jornal, textos de senadores e servidores do Senado e legislação, inclusive em áudio.

Segundo o chefe do Serviço de Biblioteca Digital, André Luiz Lopes de Alcântara, as obras são de domínio público ou cedidas pelos proprietários dos direitos autorais. O público-alvo, afirma, é formado principalmente por estudantes de direito e história, pesquisadores e outras pessoas interessadas em obras com teor histórico e legislação.

As publicações podem ser acessadas no endereço www.senado.leg.br/biblioteca. Cerca de 2,5 milhões de downloads são feitos anualmente, de acordo com André Luiz.

— Por mês, são em média 205 mil downloads. As obras mais baixadas são o Código Civil em áudio e a Constituição federal, também em áudio. A partir do momento que o usuário encontra o material que deseja, ele pode salvá-lo e imprimi-lo livremente. A gente só pede que a fonte seja citada — diz.

A preservação e a divulgação estão entre as principais funções da Biblioteca Digital, destaca André Luiz. Segundo ele, o conteúdo disponível se destaca pela qualidade e segurança.

— Hoje a internet tem muito conteúdo de qualidade duvidosa. As bibliotecas digitais, entre elas a do Senado, se destacam por oferecer um material de alta qualidade, que passa pelos cuidados de diversos profissionais. É uma fonte segura de pesquisa.

André Luiz afirma que atualização do acervo digital é feita conforme a aquisição de novos livros e a produção intelectual da Casa. Novos artigos são disponibilizados semanalmente na página. Já as notícias dos jornais são inseridas diariamente.

— O ritmo da publicação dos livros costuma ser um pouco mais lento, já que também depende da autorização [dos detentores] dos direitos autorais.

Obras raras

Aproximadamente 1,4 mil obras raras, algumas com mais de 300 anos, também compõem o acervo da Biblioteca Digital. O livro mais antigo é o Novvs Orbis seu Descriptionis Indiae Occidentalis, de Johannes de Laet, datado de 1633. Trata-se de uma descrição geográfica, etnológica e linguística da América, além de relatos e desenhos de animais e plantas da região, com especial destaque para o Brasil.

Outra obra de grande valor histórico é a versão digitalizada do decreto que aboliu a escravatura no Brasil, dando origem à Lei Áurea. O documento é assinado pela Princesa Isabel (1846-1921), cujo nome completo era Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon.

— São obras históricas e fonte de pesquisas primárias — ressalta André Luiz.

Edilson Rodrigues/Agência Senado

Modelo para análise do serviço de referência virtual: uma análise quantitativa


Em Questão v.22, n.2, mai/ago. 2016

Ieda Pelógia Martins Damian

O serviço de referência virtual está relacionado com as maneiras de disponibilizar o serviço de referência por meio de tecnologia de informação (TI), com muitos recursos que devem ser explorados em benefício tanto das bibliotecas universitárias quanto dos usuários que interagem em um ambiente digital. Para que, no contexto das bibliotecas universitárias, os serviços de referência virtuais tenham seus valores realmente acrescidos, este estudo se propõe a desenvolver um modelo de análise do serviço de referência virtual do ponto de vista de seus usuários, por meio de análises de ferramentas desenvolvidas e utilizadas em contexto eletrônico. Este modelo foi utilizado e analisado junto aos usuários de serviço de referência virtual oferecidos por bibliotecas universitárias para que, assim, ele pudesse ser validado e, então, servir de instrumento de mensuração destes serviços.

Clique aqui para o texto completo [pdf/26p.]
Imagem: Internet

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Robert Darnton, um autor entre o passado e o futuro

"Não acho que seja exagero afirmar que a revolução digital é ainda mais revolucionária do que foi a da imprensa, com Gutenberg"

Robert Darnton, um autor entre o passado e o futuro harvard/Divulgação

Por: Carlos André Moreira | Zero Hora

O historiador americano Robert Darnton esteve em Porto Alegre em 2007 e em 2016. Entre as duas visitas, passou-se quase uma década, tempo suficiente para que Darnton, um dos maiores especialistas na história e nos processos do livro no século 18, se tornasse um homem cujas inquietações se dividem entre o passado e o futuro. Por um lado, seu interesse pelo primeiro não diminuiu, como prova seu livro mais recente, Censores em ação, uma comparação entre estruturas de censura oficial em três cenários e tempos diversos. Por outro, anda cada vez mais interessado em que será feito do livro (e do conhecimento nele contido) na era da revolução digital – tema de sua última conferência.

– Muita coisa aconteceu nesses anos. Não acho que seja exagero afirmar que a revolução digital é ainda mais revolucionária do que foi a da imprensa, com Gutenberg. Por isso, o assunto de minha conferência foram alguns dos problemas mais básicos que enfrentamos enquanto nos dirigimos para o futuro digital. Um deles é o risco de comercialização, o perigo de que os negócios tomem a internet e os monopolizem – diz, em entrevista por telefone.

É um tema que Darnton, 77 anos, já abordou em A questão dos livros, em que discute o futuro do livro e, principalmente, das bibliotecas, alertando para os problemas que o gigantismo de uma empresa como o Google, com seu projeto de digitalizar e absorver todos os livros já impressos, vem provocando na gestão e no compartilhamento do conhecimento produzido dentro das universidades americanas. Para ele, o Google, embora a empresa não goste do termo, é "um novo tipo de monopólio, não de ferrovias ou aço, mas de acesso à informação".

– Quero falar em geral sobre questões de copyright, mercantilização, defesa do acesso aberto à informação, os problemas pela inflação galopante no preço dos periódicos científicos, uma série de problemas que estão interconectados e que precisamos resolver se queremos que o futuro digital seja realmente democrático – antecipa.

Mas, na visão de Darnton, não são apenas as iniciativas empresariais que ameaçam a livre circulação de opiniões e de conhecimento na rede, mas também as tentativas cada vez mais frequentes dos Estados de ampliar seus mecanismos de controle e rastreamento sobre a internet.

– Acho que ao redor do mundo as informações sobre indivíduos na rede vêm se acumulando em um ritmo apavorante. Pelo que entendo, os agentes de segurança do governo americano estão retirando diretamente do Google, da Amazon e de outras organizações comerciais registros de todas as transações feitas na internet. É uma ideia assustadora. Como cidadão, fico preocupado com o caráter Big Brother dessa vigilância estatal nesta era em que terrorismo parece uma desculpa para tudo.

Para ele, contudo, escândalos como a revelação do grau de vigilância exercido pela NSA americana sobre cidadãos e até mesmo líderes políticos não são os únicos exemplos do descontrole com que a questão está sendo tratada por Estados e governos sob a desculpa da segurança interna.

– Todos temos que lidar com a ameaça terrorista, é óbvio, mas penso que a reação nos EUA depois do 11 de setembro foi excessiva, e temo que a reação na França após os últimos ataques também venha a ser. E veja o que está acontecendo na Turquia, que está se transformando em uma ditadura de fato com um uso muito sofisticado da tecnologia.

Ao mesmo tempo em que se preocupa com o futuro das liberdades civis na esteira de um mundo cada vez mais interconectado, Darnton não deixa de pesquisar o século em que muitos conceitos ligados a essas liberdades surgiram. Ao longo de sua carreira como historiador, ele foi retornando, sempre com muito rigor e precisão, a novos ângulos de temas recorrentes. Ele analisou os requisitos necessários para a formação de um impressor na Paris do século 18 (em O grande massacre de gatos, no livro de mesmo nome); o sistema de trabalho de Joseph D'Hemery, inspetor de polícia responsável pela repressão aos livros e panfletos clandestinos (em Um inspetor de polícia organiza seus arquivos, ensaio do mesmo O grande massacre de gatos); a natureza e o conteúdo de muitos desses libelos clandestinos (em parte de O Diabo na água benta) e quais eram os livros alvo da censura oficial da monarquia (em Os best-sellers proibidos da França pré-revolucionária). Ele até analisou a Enciclopédia como um empreendimento comercial extremamente bem-sucedido (em O Iluminismo como negócio). Construiu, assim, um amplo "panorama literário" da França nos períodos imediatamente anteriores e posteriores à Revolução de 1789.

Censores em ação, seu livro mais recente lançado no Brasil, volta, em parte, a esse terreno, ao estudar os mecanismos da censura e seus efeitos na produção literária da França do século 18. Mas amplia a mirada fazendo uma comparação com outros dois momentos no tempo e no espaço: o domínio britânico na Índia e a Alemanha Oriental nos estertores do comunismo europeu. Ao fazer esse contraponto, Darnton vê no período em que a Grã-Bretanha dominou o Raj indiano um dos momentos mais contraditórios da história. Com uma ampla estrutura burocrática de censores responsáveis por analisar a literatura indiana do período, tanto em inglês como em dialeto, o governo inglês movido por valores liberais na matriz montou na colônia uma estrutura jurídica e burocrática que, em última análise, estava à serviço da manutenção do domínio pela força. É um tópico que, para ele, ainda ressoa nos dias de hoje:

– Há, de fato, uma tensão entre o que você poderia chamar de "valores liberais" das democracias do Ocidente, como liberdade de expressão, direito à privacidade e proteção contra prisões arbitrárias, e a necessidade que o Estado pensa ter de ignorar esses valores para melhor proteger seus cidadãos em tempos de crise. Quando comecei a pesquisa sobre a Índia britânica, o que foi há muito tempo, não havia essa ressonância tão forte. Hoje, com certeza é possível ver esse paralelo. A Índia alegava razões de segurança também para seu controle, para se defender de terroristas nacionalistas indianos. Hoje, podemos ver um paralelo desse dilema em uma escala muito mais ampla.

A censura do Estado sobre a literatura e a liberdade de opinião, centro do livro, é um tema que, de acordo com Darnton, precisará de novas abordagens na sociedade digital – com exemplos recorrentes de tentativas mais ou menos agudas de intervenção de Estados e governos sobre a circulação de informações e opiniões na rede:

O ambiente digital é muito volátil. Como pesquisar a respeito das ferramentas de censura do universo digital, ou mesmo nos informarmos a respeito? A resposta não é clara. Mas alguns cientistas de computação, trabalhando com o que eles chamam de "big data", traçaram padrões de censura na internet exercida pela China, e eles chegaram a conclusões muito interessantes. Uma delas é que o governo chinês, acredite se quiser, não parece muito preocupado com opiniões críticas ao governo. O que eles de fato querem reprimir são a criação de grupos de oposição, ou rastrear mensagens que possam levar a reuniões de indivíduos, que sirvam para a mobilização das pessoas. Eles não querem uma nova Praça Tiannamen (a Praça da Paz Celestial).

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QUATRO LIVROS
Obras de Robert Darnton lançadas no Brasil depois de sua primeira palestra no Fronteiras do Pensamento, em março de 2007 

A QUESTÃO DOS LIVROS (2010)
Obra que dialoga com a palestra que Darnton deve ministrar em Porto Alegre. O acadêmico discute aqui a possibilidade de permanência do livro no mundo digital e os riscos de monopólio representados por gigantes online como Amazon e Google. (Tradução de Daniel Pellizzari. Companhia das Letras, 232 páginas, R$ 44,90 impresso e R$ 27,50 em e-book)

O DIABO NA ÁGUA BENTA (2012)
Um panorama da batalha entre as forças repressivas do Estado francês no século 18 e os autores de libelos anônimos com ataques sarcásticos aos governantes. Darnton rastreia os artifícios usados pelos autores, como publicar a partir do Exterior, e os esforços da polícia para desbaratar a rede. (Tradução de Carlos Alfonso Malferrari. Companhia das Letras, 632 páginas, R$ 82,90)

POESIA E POLÍCIA (2014)
Por meio de um episódio real, no qual uma operação policial foi lançada contra franceses acusados de organizar recitais sem autorização, Darnton acompanha a trajetória dos poemas populares que criticavam os poderosos com humor e musicalidade. (Tradução de Rubens Figueiredo. Companhia das Letras, 232 páginas, R$ 42,90 impresso e R$ 27,50 em e-book)

CENSORES EM AÇÃO (2016)
Darnton compara as estruturas de censura e de controle da literatura em três cenários: na França pré-revolucionária do século 18; na Índia dominada pelos britânicos no século 19 e na Alemanha Oriental pouco antes da queda do Muro de Berlim. (Tradução de Rubens Figueiredo. Companhia das Letras, 376 páginas, R$ 69,90 impresso e R$ 39,90 em e-book)


Sprinklr lança site que monitora Eleições 2016 em tempo real


A Sprinklr lançou nesta terça (30) o hotsite “Eleições 2016”. A plataforma analisa, em tempo real, todas as menções nas redes sociais sobre os candidatos a prefeito de todas as capitais do país durante o pleito deste ano. Segundo a empresa, a ferramenta tem o objetivo de empoderar os eleitores para que possam escolher seus candidatos com mais embasamento.

As atualizações da plataforma levam em consideração informações coletadas no Twitter, Instagram, YouTube, sites de notícias e blogs. O site mostra os quatro candidatos mais citados no momento, os coloca em ordem de popularidade, divide as menções em positivas, negativas e neutras, o gênero de quem está falando sobre o candidato e ainda exibe as principais hashtags ligadas à cada campanha.

É possível selecionar a capital de interesse e ver as informações coletadas entre cada candidato separadamente, o que facilita a análise. O hotsite também mostra um overview de cada capital, mostrando os principais destaques nas redes sociais monitoradas.

via Adnews